| Prédio do CEEJA Jaru em 16 de abril de 2011 |
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| Prédio do CEEJA na década de 1980 (Fonte: Leomar José Baratella) (Imagem aperfeiçoada por Inteligência Artificial) |
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| Prédio do CEEJA do município no dia 29 de fevereiro de 2020 (Foto: Elias Gonçalves) |
O estabelecimento de ensino entende que a educação é um direito de todos. Diante disso, em 2004, houve a implantação de um Projeto Social “Promoção da vida e Reconstrução de Valores Humanos a partir da Educação” que veio contemplar as pessoas que são privadas de liberdade, para freqüentar uma escola regular, oportunizando o ensino àqueles cidadãos que anseiam ampliar seus horizontes dando continuidade aos seus estudos, sem contar que este Projeto prima pela contribuição à ressocialização destes indivíduos. Atualmente a escola reconhece a expansão do projeto com o nome Educação Prisional, não somente no Ceeja de Jaru, mas em todos os Ceejas do Estado, com apoio da Secretaria de Estado de Educação em parceria com o Poder Judiciário e Casa de Detenção, prevendo o disposto na LDB nos artigos 37 e 38 que é característica desta modalidade: o respeito ao ritmo de aprendizagem aos interesses, às condições de vida e de trabalho tendo em vista a idade e a experiência de cada um.
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| Registro fotográfico feito da lateral do CEEJA quando o prédio estava situado à Rua Princesa Isabel (Foto: Acervo CEEJA) |
O período colonial já mostrava a ideia de educação de jovens e adultos, uma vez que os jesuítas visavam desempenhar o papel de catequização dos povos indígenas, objetivando também torná-los dóceis para exploração de mão de obra. Com a vinda da família real para o Brasil surge também, a necessidade de formar pessoas para servir aos interesses da coroa, daí surge necessidade de expandir a em vários setores, no entanto só passou de fatos a haver necessidade social de expansão do conhecimento a partir de 1854, com o surgimento da primeira escola noturna.





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