quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Vivendo Nossa História - A Série

Clique aqui e veja um resumo de cada gestão municipal de Jaru de forma individualizada. 

Esta obra é um projeto pessoal do autor que foi publicado nos sites jaruenses Anoticiamais e Jaru 190 em duas etapas com o título Vivendo Nossa História. A primeira delas abordou a história das personalidades que deram origem às escolas estaduais de Jaru tendo a sua publicação em ordem alfabética no período de 25 de abril de 2011 a 10 de maio do mesmo ano totalizando doze reportagens. A segunda parte, obedecendo aos mesmos critérios, aconteceu de 30 de maio a 30 de junho de 2011 e narrou a história de vinte e quatro instituições da Rede Municipal de Ensino e dos três primeiros administradores de Jaru: Sandoval de Araújo Dantas, Sebastião Mesquita e Raimundo Nonato da Silva, último administrador e primeiro prefeito do município de Jaru.

O desafio para se obter as informações necessárias foi enorme, pois nem sempre as fontes eram confiáveis. Visando utilizar apenas dados oficiais, priorizei as informações fornecidas por familiares, uma vez que o objetivo era destacar os fatos mais importantes das pessoas que foram homenageadas com o nome de uma escola. Sabe-se que as ações feitas em vida por tais personalidades tiveram certa importância, mas, em muitos anos, nem a própria escola ou os alunos sabiam algo a mais da biografia do cidadão ou cidadã que recebeu a homenagem. Foram meses de pesquisas, coleta de dados, checagem de informações, elaboração de reportagens, para, finalmente, chegar ao material propriamente dito.

A ideia de se fazer um material que contasse a história das escolas de públicas de Jaru foi discutida com pessoas próximas. Algumas incentivaram. Outras acharam que seria quase impossível reunir as informações necessárias para uma reportagem completa sobre o assunto, pois era preciso sair do óbvio, ou seja, o que muita gente já tinha conhecimento. Dificuldades existentes em todas as coisas que precisam ser realizadas, mas, diante de algo considerado tão importante era preciso ir adiante e elaborar as principais perguntas da pauta. 

Depois de trinta e nove reportagens contando a biografia de pessoas que foram importantes para o município, estado ou país, decidi encerrar a série compartilhando a minha história. A autobiografia revelou as coisas mais importantes que aconteceram comigo em pouco mais de 32 anos, vividos com momentos de alegria, tristeza, dúvida... Mas acima de tudo com fé e perseverança.

Quero agradecer primeiramente a Deus e às pessoas que contribuíram de forma direta ou indireta na elaboração da Série “Vivendo Nossa História” que foi um sucesso durante a sua publicação em dois sites de Jaru. As reportagens repercutiram em emissoras de rádio locais e receberam inúmeros elogios de internautas e ouvintes. Compartilho essa felicidade com você caro leitor e que os assuntos aqui abordados sirvam de incentivos para a prática de exemplos construtivos em todos os segmentos sociais. Boa leitura a todos.

A série passou a ser republicada de 30 de janeiro a 16 de abril  de 2012 nos mesmos veículos de comunicação abordando ainda a biografia de todos os prefeitos e de algumas personalidades.


PARA MAIS DETALHES ADQUIRA OS LIVROS ABAIXO:
ENTRE EM CONTATO COM O AUTOR:
FACEBOOK: 
E-MAIL: eliasgpereira@uol.com.br 


PEREIRA, Elias Gonçalves. Vivendo Nossa História. Jaru, RO. 2013. 

Vivendo Nossa História: AABB Comunidade


   O Projeto AABB Comunidade surgiu em Jaru em agosto de 2005 através da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) que, juntamente com a Federação do Banco do Brasil e as Federações das AABB’s se esforçou para que o município fosse contemplado com o referido projeto. O programa tem uma importante parceria com a Prefeitura de Jaru, onde a mesma cede servidores que prestam serviços educacionais aos alunos atendidos.

PARA MAIS DETALHES ADQUIRA OS LIVROS ABAIXO:
ENTRE EM CONTATO COM O AUTOR:
FACEBOOK: 
E-MAIL: eliasgpereira@uol.com.br 




Escolas de Jaru: APAE

Clique aqui e veja um resumo de cada gestão municipal de Jaru de forma individualizada.    
Primeiro local de funcionamento da APAE de Jaru
(Foto: Acervo da APAE)
 
A Escola Especial “Preciso de Carinho” é mantida pela APAE – Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais. Foi fundada em 10 de setembro de 1986 tendo como presidente a senhora Alzira Coelho Baratella, ainda sem local definido para sede e funcionamento. Àquela ocasião, o Lions Clube ofereceu a sede para abrigar a APAE, fazendo também uma colaboração financeira, através do Sr. Valdir José da Silva, (membro do Lions), para a fundação do prédio/APAE, sendo que o então prefeito Leomar José Baratela também se ofereceu para colaborar, se fosse o caso, com despesas de aluguel, que era uma das necessidades do momento. Os convênios existentes eram LBA e SEMESP. Os atendimentos eram oferecidos por profissionais capacitados: professores, psicólogos, assistente social, fisioterapeuta, pedagogo e voluntários.

      Para manutenção da entidade eram realizados eventos como bailes, chá beneficente, feijoada, festa da amizade, bingos, arraial, shows etc. Foi também estabelecido que uma parte dos recursos seriam advindos da própria comunidade e diversos órgãos públicos e entidades que colaboravam em nível de subvenção, entre eles, a Prefeitura de Jaru, a Legião Brasileira de Assistência (LBA), além de outros órgãos.      

Segunda sede da APAE de Jaru
(Foto: Acervo da APAE)
O número de alunos cadastrados para serem beneficiados com o atendimento era um total de 50 (cinquenta), sendo que o atendimento dependia de espaço físico. Para verificação da necessidade e número de alunos a atender foram realizadas, então, visitas domiciliares nas localidades do Município e o espaço físico não comportaria. Foi então que iniciou o atendimento na Escola criada pela APAE em 14/03/87 com 12 (doze) alunos. Os funcionários deveriam ser contratados pelo Governo do Estado, reconhecendo que o processo de estruturação da APAE era lento e o objetivo maior era promover o bem estar e ajustamento geral dos educandos excepcionais no meio em que vive, estimulando estudos e pesquisas relativas aos problemas dos excepcionais, auditivo, visual, mental, físico e comportamental, contando sempre com a ajuda dos órgãos Federais, Estaduais, sócios, Lions Clube de Jaru, comerciantes, industriais, pais, funcionários e comunidades em geral.

      Para melhor funcionamento da escola, sempre na primeira semana de cada ano letivo, além da reunião com os funcionários, realizava-se reunião com os pais, expondo os objetivos e metas do trabalho, onde se solicitava ajuda dos mesmos para conservação do espaço físico da entidade através de mutirões nos finais de semana ou auxílio individual, conforme a possibilidade da cada um. Além disso, todos eram convocados a ajudarem nas festividades promovidas pela escola.      

Sede da APAE em 31 de janeiro de 2020 (Foto: Elias Gonçalves)

Para matrícula do aluno, já se fazia anamnese, estudo socioeconômico, triagens e visitas domiciliares, além de acompanhamento médico pela pediatra voluntária, Dra. Célia. Semestralmente era realizado estudo de caso de cada aluno, com técnicos, ou seja, avaliações gerais das atividades com intuito de saber se foram alcançados os objetivos gerais do trabalho com os alunos e com a família.

      Devido à carência das famílias dos educandos, através da assistente social eram adquiridas as consultas com o Neurologista em Ji-Paraná. Os alunos eram acompanhados das mães, psicólogo e assistente social até o local da consulta. O tratamento dentário era realizado no Centro de Saúde do Município e caso houvesse necessidade de anestesia geral, era encaminhado para o município de Ji-Paraná no Hospital SESP.  Posteriormente a APAE conseguiu instalar-se em prédio próprio, o que facilitou o aperfeiçoamento de suas estruturas.

      A APAE possui condições muito mais adequadas de atendimento aos educandos, sem embargo de todas as dificuldades encontradas pelas instituições escolares semelhantes espalhadas pelo país. No ano de 2004, se iniciou a construção da cozinha experimental e a ampliação da estrutura física da escola para melhor instalação da equipe administrativa e técnico-pedagógica do estabelecimento de ensino, sendo inaugurados esses novos pavilhões no ano de 2005. Posteriormente, passou a serem desenvolvidas atividades pedagógicas, atendimento de psicopedagogia, psicologia, fisioterapia e fonoaudiologia, além de oficinas de capacitação profissional (marcenaria, cozinha experimental e artesanato). No ano de 2005 quatro alunos foram colocados no mercado de trabalho.

      A Escola Especial “Preciso de Carinho” é muito bem aceita pela sociedade jaruense e circunvizinhas. Os alunos participam de competições culturais de níveis estadual e interestadual obtendo excelentes resultados, o que demonstra sua atuação e potencial para o pleno exercício da cidadania. 

Clique no nome do estabelecimento de ensino e veja a história de cada um deles:

  Abrão Rocha    Aldemir Lima Cantanhêde APAE JARU  Beatriz Mireya   

Capitão Silvio de Farias Cooped  CTPM XIII   Dayse Mara de Oliveira Martins 

EFA Dom Antônio Possamai Escola D' Jaruaru  Elza Maria Fábris  Escola Adventista  

 Fimca Jaru Florisvaldo Simões de Oliveira Gabriel Balmant  

Instituto Federal de Rondônia - IFRO  José de Souza 

Josué Montello  Governador Jorge Teixeira  Jean Carlos Muniz 

Juscelino Kubitschek Marechal Cordeiro de Farias 


 Maria da Conceição (Clube de Mães)  Maria de Lourdes  


Maria do Socorro Maria Gomes Marechal Costa e Silva 


Menézio de Victo   Olga Dellaia   Pato Donald  Pedro Vieira


 Plácido de Castro   Primavera Tânia Barreto Tito Lourenço  Zenir Carvalho


 de Melo  Plácido de Castro   Primavera Tânia Barreto Tito Lourenço  Zenir Carvalho






   


Escolas de Jaru: Capitão Sílvio de Farias

Clique aqui e veja um resumo de cada gestão municipal de Jaru de forma individualizada.  
      
Sílvio Gonçalves de Farias nasceu em 12 de agosto de 1923 na cidade de Ubá, em Minas Gerais, terra do sempre tão reverenciado Ary Barroso. A sua morte ocorreu no ano de 1978 em dia e mês desconhecidos.

Capitão Silvio em registro feito pelo INCRA de Rondônia (Fonte: INCRA)

Capitão Sílvio não criou a graça e as sutilezas das músicas de seu conterrâneo Ary Barroso, mas em ação conjunta com seus companheiros de Incra, criou, e ampliou uma estrutura agrária bem desenhada, e impregnada de grande justiça social: terras para quem conhece o “cheiro da terra”, terra para os homens que com suas mãos souberam arrancar de seus lotes, não somente o seu sustento, mas principalmente, souberam construir a vigorosa agropecuária de Rondônia.

Antes de chegar ao Incra foi abrigado na hermética sigla DFZ-04, do extinto Instituto Brasileiro de Reforma Agrária (IBRA), sediada em Porto Velho.  Percorreu, como profissional da topografia que era, as linhas demarcatórias como profissional do Serviço Geodésico do Exército.  Depois passou a semear centenas de campos de pouso, sob a orientação da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara), arrancando do isolamento, vilarejos, pequenos burgos, agrupamentos indígenas, perdidos na imensidão da floresta tropical. Daí o seu profundo conhecimento teórico e, sobretudo prático, conhecimento adquirido no campo, através de penosas caminhadas de topógrafo, conhecimento e verdadeira paixão e fixação pelos mapas.

Capitão Sílvio era casado com Dona Terezinha, com quem teve três filhos: Sílvia (aeromoça e depois instrutora da Varig), Sílvio (comerciante) e Evaldo (advogado). Ainda teve tempo para agasalhar o filho adotivo Rubens que, segundo informações, permanece em Rondônia. Nas lutas para definir a estrutura agrária de Rondônia, o Capitão Sílvio abraçou a causa dos seringalistas; os pioneiros que com as atividades extrativistas da coleta do látex da seringueira, da coleta dos ouriços da castanha-do-pará, das peles de animais silvestres, resguardaram nossas fronteiras e deram sentido econômico às florestas da Amazônia sem lhes causar maiores danos. Eram atividades pontuais, que envolviam um pequeno número de trabalhadores extrativistas e que não causaram maiores danos ao meio ambiente.

O fato de apoiar os seringalistas fez com que Capitão Sílvio tivesse muita dificuldade na regularização (venda/compra) da gleba do Seringal Nova Vida que à época pertencia a Emanuel Pontes Pinto e irmãos para o grupo de João Arantes Filho que chegava a Rondônia. Uma das razões que levou ao confronto o Capitão Sílvio com o Grupo dos Arantes foi a destinação que os compradores deram à gleba de terras: pecuária. As centenas de milhares de hectares de terras do “Nova Vida”, eram de excelente qualidade, e entendia o Capitão Sílvio, que elas deveriam ser voltadas para a ocupação por pequenos agricultores, vocacionados para a produção de alimentos e não para criar bois. Nesse período, Capitão Sílvio Gonçalves de Farias “bate de frente” com as coisas que ele considerava como irregulares e resolve proteger o interesse dos colonos.

Uma das mais notáveis contribuições do Incra e do falecido Capitão Sílvio Gonçalves Farias foi a parceria montada com a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac). A Ceplac desenhou com o Incra a estrutura fundiária da cacauicultura de Rondônia. Destinou aos parceleiros dos Projetos Integrados de Colonização (PIC’s), que recebiam lotes de 100 hectares, uma área de plantio de cacau de 10 hectares, era o módulo familiar. O desenho da estrutura agrária cacaueira foi criado pelos agrônomos Assis Canuto do Incra e Frederico Monteiro Álvares Afonso, da Ceplac, apoiados pela concepção cartográfica do Capitão Sílvio, do projeto Fundiário do Incra.

A homenagem que Rondônia fez ao Capitão Sílvio Gonçalves de Farias ainda está muito aquém de sua importância para o desenvolvimento do Estado. Embora haja 52 municípios, nenhum possui o seu nome. Em Ariquemes tem uma rua com o nome de Capitão Sílvio Gonçalves de Farias, a principal via de acesso à cidade, uma lembrança do ex-prefeito Francisco Sales. Em Jaru, município localizado a cerca de 290 quilômetros de Porto Velho, Capital do Estado de Rondônia, existe uma escola com o mesmo nome e que será tratada a seguir pela reportagem. 

 A Escola Capitão Sílvio  

Frente da escola em 2002 (Foto: Acervo da escola)

A Escola Capitão Sílvio de Farias remonta aos tempos de avanço da construção do município de Jaru e tem se tornado, desde então, referência tradicional, em vista do tempo de funcionamento, da quantidade de alunos que abrange e dos resultados educacionais alcançados. É a segunda instituição mais antiga da cidade e inicialmente era um estabelecimento de ensino municipal. Ela foi criada através de uma solicitação da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Semec) de Ariquemes, por meio do Decreto 1121/80, com o nome de Escola de 1.º e 2.º Graus Capitão Sílvio de Farias.

Frente da escola em 2012 (Foto: Elias Gonçalves)

A escola foi construída no mesmo local onde está funciona atualmente. A Semec de Ariquemes, orientada pelo Parecer 02/76-CTE/RO e por meio do Ofício 408/81, solicitou a autorização de funcionamento, mas a instituição funcionou sob a tutela municipal por apenas um e, desde então, faz parte do quadro estadual. Parte dos estudantes, principalmente de 5.ª a 8.ª Séries, era composta por aqueles que estavam sendo transferidos do antigo prédio da Escola Plácido de Castro (no local onde funciona a Escola Olga Dellaia), quando a mesma migrara para o novo prédio (agora localizado à Avenida Plácido de Castro com a Dom Pedro I).

Frente da escola Capitão Silvio em 2017, quando a instituição passou a oferecer o
ensino médio integral (Foto: Elias Gonçalves)

Em 27 de novembro de 1981, o documento n.º 153/81-CTE/RO autorizou o funcionamento até 1983, permitindo o 1.° Grau de 1.ª a 8.ª Séries e o 2.º Grau na modalidade Magistério. No ano de 1991, o Magistério foi extinto na instituição, sendo substituído pelo Colegial, posteriormente conhecido apenas como Ensino Médio.

Em 2017, a escola estadual Capitão Silvio entrou em uma nova era educacional com a implantação do ensino em tempo integral no estabelecimento de ensino por meio da Lei Complementar nº 940, de 17 de abril de 2017. A Lei sancionada pelo então governador Confúcio Moura instituiu o Programa Escola do Novo Tempo no âmbito do Estado de Rondônia em dez unidades escolares. Além do ensino médio, para o ano letivo de 2024, a escola passou a oferecer o ensino fundamental em tempo integral também aos alunos do 6º ao 9º ano do ensino fundamental. 

Frente a escola em 31 de janeiro de 2020
(Foto: Elias Gonçalves)

Segundo informações divulgadas pelos governos estadual e federal nas escolas que fazem parte do Programa Escola Novo Tempo os alunos permanecem 9h30 minutos na unidade de ensino, sendo que 7h30 são de efetivo trabalho pedagógico e as outras 2 horas estão divididas entre horário de almoço e intervalos programados no período da manhã e da tarde. O currículo de Educação Integral da Escola do Novo Tempo segue a base curricular nacional comum com reforço escolar em Língua Portuguesa e Matemática. Inclui ainda disciplinas de conhecimento regional: Geografia e História de Rondônia. Além de ser integradora que é parte diversificada. ‘‘O programa trabalha em cima das primícias do protagonismo juvenil e da corresponsabilidade social com base na pedagogia da presença’’.

A parte diversificada do programa de Ensino Médio em tempo integral contempla disciplinas como:

Projeto de Vida: O aluno, com apoio de um professor orientador, constrói o projeto de vida e desta forma compreende a importância dos estudos para alcançar objetivos.

Estudo Orientado: Nesta disciplina, o estudante recebe reforço em determinado conteúdo que apresente dificuldade ou que queira ampliar os conhecimentos.

Avaliação Semanal: São provas preparatórias para servir como testes para o Enem, concursos e outros processos avaliativos.

Práticas Experimentais: São as disciplinas realizadas em laboratórios com ênfase em química, física e biologia.

Disciplinas Eletivas: Onde os alunos escolhem o tema que querem estudar de acordo com a área de interesse profissional.  São disciplinas que mudam a cada semestre.

Pós-Médio: Disciplina que os alunos vão identificar seus objetivos após o Ensino Médio e serão orientados a como se preparar para o Ensino Superior e/ou para o mercado de trabalho.

A primeira turma da escola se formou no fim do ano de 2019 e a instituição considerou os resultados alcançados de forma positiva. Já no início do ano letivo de 2020, o estabelecimento de ensino abriu vagas para o 9º ano do ensino fundamental, garantindo assim a oportunidade a inúmeros estudantes no campo educacional.

 *Este texto foi elaborado com informações dos governos do Estado de Rondônia e da República Federativa do Brasil e do discurso feito pelo deputado federal Nilton Capixaba no dia 17 de agosto de 2005. Leia o pronunciamento feito pelo deputado clicando aqui

Clique no nome do estabelecimento de ensino e veja a história de cada um deles:

  Abrão Rocha    Aldemir Lima Cantanhêde APAE JARU  Beatriz Mireya   

Capitão Silvio de Farias Cooped  CTPM XIII   Dayse Mara de Oliveira Martins 

EFA Dom Antônio Possamai Escola D' Jaruaru  Elza Maria Fábris  Escola Adventista  

 Fimca Jaru Florisvaldo Simões de Oliveira Gabriel Balmant  

Instituto Federal de Rondônia - IFRO  José de Souza 

Josué Montello  Governador Jorge Teixeira  Jean Carlos Muniz 

Juscelino Kubitschek Marechal Cordeiro de Farias 


 Maria da Conceição (Clube de Mães)  Maria de Lourdes  


Maria do Socorro Maria Gomes Marechal Costa e Silva 


Menézio de Victo   Olga Dellaia   Pato Donald  Pedro Vieira


 Plácido de Castro   Primavera Tânia Barreto Tito Lourenço  Zenir Carvalho






Escolas de Jaru: CEEJA

Clique aqui e veja um resumo de cada gestão municipal de Jaru de forma individualizada. 

    
O Centro Estadual de Educação para Jovens e Adultos de Jaru (CEEJA) iniciou o seu funcionamento em 1985, através do Decreto de Criação nº 2880 de 10 de maio de 1985. Naquela época o órgão funcionava à Rua Florianópolis esquina com a Av. Padre Adolpho Rohl (no local onde hoje existe a ACIJ). Em 1995 o Ceeja passou a funcionar na Avenida Princesa Izabel n.º 3517 e nos dias atuais existe no local o prédio do Fórum Eleitoral. A mudança para o prédio atual situado à Rua Goiás ocorreu no ano de 2004. O primeiro diretor do CEEJA foi o professor Moisés Queiróz Monteiro, que ficou na direção até 1987. A partir dessa data vários diretores já administraram a escola. 

O CEEJA já capacitou várias pessoas através dos Exames Profissionalizantes em nível de Ensino Fundamental e Médio como Administração, Técnico em Enfermagem, Transações Imobiliárias, Eletro-Mecânica, Contabilidade, Patologia Clínica e Auxiliar de Enfermagem. Na área da Educação vários professores se formaram no Magistério através dos Cursos Profissionalizantes oferecidos pelo Ceeja sendo: Logos II, Projeto Fênix e Proformação.  Atualmente o CEEJA oferece Seriado Semestral do 1º ao 4º ano do Ensino Fundamental, Curso Modular do 5º ao 8º ano e Ensino Médio, além de Exames de Suplência (Provão) do 1º ao 8º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio.

Prédio do CEEJA do município no dia 29 de fevereiro de 2020 (Foto: Elias Gonçalves)

O estabelecimento de ensino entende que a educação é um direito de todos. Diante disso, em 2004, houve a implantação de um Projeto Social “Promoção da vida e Reconstrução de Valores Humanos a partir da Educação” que veio contemplar as pessoas que são privadas de liberdade, para freqüentar uma escola regular, oportunizando o ensino àqueles cidadãos que anseiam ampliar seus horizontes dando continuidade aos seus estudos, sem contar que este Projeto prima pela contribuição à ressocialização destes indivíduos. Atualmente a escola reconhece a expansão do projeto com o nome Educação Prisional, não somente no Ceeja de Jaru, mas em todos os Ceejas do Estado, com apoio da Secretaria de Estado de Educação em parceria com o Poder Judiciário e Casa de Detenção, prevendo o disposto na LDB nos artigos 37 e 38 que é característica desta modalidade: o respeito ao ritmo de aprendizagem aos interesses, às condições de vida e de trabalho tendo em vista a idade e a experiência de cada um.

A Educação de Jovens e Adultos é sem dúvida um desafio para a educação brasileira, pois ela representa a possibilidade de um reparo social. Diante disso a existência da mesma deve ser concretizada com condições especiais, que sem sombra de dúvidas está interligada por princípios de atendimento diferenciado, que possibilite ao indivíduo Jovem e Adulto descobrir seu potencial, desenvolver suas habilidades, confirmar competências e demonstrar os conhecimentos adquiridos na educação informal ao longo da sua vida.

O período colonial já mostrava a ideia de educação de jovens e adultos, uma vez que os jesuítas visavam desempenhar o papel de catequização dos povos indígenas, objetivando também torná-los dóceis para exploração de mão de obra. Com a vinda da família real para o Brasil surge também, a necessidade de formar pessoas para servir aos interesses da coroa, daí surge necessidade de expandir a em vários setores, no entanto só passou de fatos a haver necessidade social de expansão do conhecimento a partir de 1854, com o surgimento da primeira escola noturna.  

Clique no nome do estabelecimento de ensino e veja a história de cada um deles:

  Abrão Rocha    Aldemir Lima Cantanhêde APAE JARU  Beatriz Mireya   

Capitão Silvio de Farias Cooped  CTPM XIII   Dayse Mara de Oliveira Martins 

EFA Dom Antônio Possamai Escola D' Jaruaru  Elza Maria Fábris  Escola Adventista  

 Fimca Jaru Florisvaldo Simões de Oliveira Gabriel Balmant  

Instituto Federal de Rondônia - IFRO  José de Souza 

Josué Montello  Governador Jorge Teixeira  Jean Carlos Muniz 

Juscelino Kubitschek Marechal Cordeiro de Farias 


 Maria da Conceição (Clube de Mães)  Maria de Lourdes  


Maria do Socorro Maria Gomes Marechal Costa e Silva 


Menézio de Victo   Olga Dellaia   Pato Donald  Pedro Vieira


 Plácido de Castro   Primavera Tânia Barreto Tito Lourenço  Zenir Carvalho