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| Logotipo da Rede Amazônica (Fonte: Acervo Rede Amazônica) |
| Negativo em 28 de janeiro de 2019 no dia de inauguração da Massa FM em Jaru (Foto: Elias Gonçalves) |
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| Registro da primeira instalação da TV Jaru feito em 20 de julho de 1988 (Foto: Acervo da Rede Amazônica) |
Devido às circunstâncias da época,
Negativo se mudou para Vilhena, onde também implantou a então TV Vilhena.
Pioneira na comunicação da Região Norte, a Rede Amazônica
homenageava as cidades em que estava presente denominando a emissora afiliada
ou repetidora com o nome da localidade. A única exceção se referia às emissoras
sediadas na capital dos estados que, obrigatoriamente, possuíam o nome do
Estado de atuação. O nome da emissora, inclusive, é uma homenagem regional à Amazônia, localidade abrangida pela cobertura televisiva.
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| Maria Graciana (Foto: Acervo do Autor) |
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| Dário Calixto trabalhou na TV Jaru (Foto: Acervo do Autor) |
Outro pioneiro jaruense que confirma as informações de Mariana Cantanhêde e Negativo é Dário Calixto de França. Dário chegou à vila de Jaru junto com sua família em fevereiro de 1976 e, conforme recorda, a Copa do Mundo de 1978, realizada na Argentina, pôde ser assistida em Jaru ainda em preto e branco e com muito “chuvisco” devido à baixa qualidade das imagens analógicas da época. Na década de 1980, Dário Calixto tinha um escritório de contabilidade (a primeira empresa do ramo contábil em Jaru) e foi um dos responsáveis por representar a TV Jaru. Dário Calixto também carrega consigo o título de ser o funcionário nº 01 no registro em carteira de trabalho de um grande supermercado que existe hoje no município, mas que surgiu em Jaru na década de 1970 como um pequeno comércio de gêneros alimentícios.
Até 1982, os jogos de futebol, um dos
principais atrativos da programação, eram exibidos somente após serem vendidas
todas as quotas de patrocínio da partida. Apesar das dificuldades operacionais,
era algo fácil de conseguir, uma vez que era a única forma de ver a imagem do
jogo e sentir a indescritível emoção de um gol do time preferido. A TV Jaru foi
montada com equipamentos locais no ano de 1985. Os registros contidos no
site da Anatel informam que a Outorga da emissora foi publicada no Diário
Oficial da União no dia 20 de junho de 1985 através de uma portaria do
Ministério das Comunicações. Antes da
implantação de uma torre local, as imagens captadas não tinham uma boa
qualidade, mas possuíam um significado especial para os poucos lares em que
havia um aparelho de televisão. Muitas pessoas que não contavam com um
televisor em casa e assistiam em alguma localidade próxima, denominavam a TV
como “televizinha”. Negativo recorda com exatidão que, em meio às dificuldades,
sempre ia até as residências com objetivo de acompanhar a qualidade da recepção
e auxiliar na melhoria do sinal. “Foi um período muito importante, pois
representou para mim uma faculdade na prática” disse ao escritor Elias
Gonçalves.
Robert Muracami
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| Jornalista Robert Muracami registrando imagens para uma reportagem sobre uma corrida de Motocross (Foto: Acervo de Robert Muracami) |
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Logotipo do Jornal 24 Horas Fonte: Robert Muracami |
Veja abaixo dois vídeos sobre a história do jornalista Robert Muracami na Rede Amazônica:
Nota do Autor: As imagens contidas nos vídeos abaixo foram registradas pelo jornalista Robert
Muracami entre 2005 e 2007, quando o mesmo era videorrepórter da TV Jaru,
afiliada à TV Rondônia, uma emissora da Rede Amazônica. Portanto, os direitos
autorais são do jornalista e da Rede Amazônica. Este vídeo não é monetizado.
Rinaldo Moreira
| Rinaldo Moreira durante entrevista com o Superintendente da Secel, Rodnei Paes, na reinauguração do Ginásio de Esportes Sebastião Mesquita (Foto: Elias Gonçalves) |
Em 06 de março de 2018, Rinaldo
Moreira passou por uma das mais desafiadoras experiências que um jornalista pode
viver em uma transmissão em tempo real. Naquele fatídico dia, o profissional
estava em uma reportagem ao vivo na primeira edição do Jornal de Rondônia, onde
abordava o caso de um idoso que teria sido detido por utilizar Carteira
Nacional de Habilitação falsa. Entretanto, o motorista de uma viatura não
percebeu a presença do repórter, deu marcha à ré e o empurrou de raspão para
frente, tirando-o do enquadramento da câmera. Nesse momento, a matéria foi
cortada de forma drástica pela âncora Gabriela Cabral que estava no estúdio em
Porto Velho. Minutos depois, com a situação já resolvida, Rinaldo retornou ao
ar para tranquilizar os telespectadores e confirmou que estava bem, sem
ferimentos graves. O fato repercutiu em todo o Brasil. Clique aqui e veja o que a versão nacional do G1 publicou sobre o assunto.
Após trabalhar na Rede Amazônica Jaru
na área jornalística, Rinaldo Moreira desempenhou as mesmas funções na então TV
Allamanda em Ariquemes. Depois passou pela Rondovisão TV (afiliada da Band no
Estado) e, em outubro de 2026, quando este texto foi editado, estava na Rede
Amazônica, nesses dois últimos casos, em Ariquemes.
Mikely Azevedo
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| Mikele Azevedo em em reportagem exibida no telejornal Edição da Meia-Noite na Globo News (Foto: Acervo Mikely Azevedo |
Mikely costuma dizer que a Rede Amazônica foi uma escola para a sua
vida. “Foi nas ruas, nos campos, nos eventos e, principalmente, no contato com
as pessoas que aprendi muito mais do que aquilo que os livros e a faculdade
poderiam ensinar. Aprendi sobre o contar de histórias, mas também sobre a
responsabilidade de cada história que chega ao público. Aprendi a vivenciar a
dor do outro com respeito, a ouvir antes de falar e a compreender que, muitas
vezes, uma notícia pode carregar um impacto enorme na vida de alguém”, diz
sobre o período em que foi videorrepórter de uma das mais importantes emissoras
da Região Norte do país.
A reportagem também ensinou à Mikely
Azevedo sobre os desafios da profissão: a urgência, a apuração, a necessidade
de checar uma informação antes de colocá-la no ar e o cuidado para transformar
acontecimentos reais em narrativas que informem sem perder a humanidade. Em seu
entendimento, uma informação mal apurada pode gerar consequências que vão muito
além de uma tela ou de uma edição. Por essa razão, acredita que o jornalismo
exige, acima de tudo, responsabilidade e respeito.
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| Mikele Azevedo fazendo participação na edição estadual do Globo Esporte, o GERONDONIA (Foto: Acervo Mikely Azevedo) |
Mikely Azevedo defende que o
jornalismo é e sempre será uma ponte, uma ponte que pode levar a lugares,
histórias e informações às quais talvez não fosse possível ter acesso sem ele. “É
uma profissão viva, que possui muitas facetas e que, justamente por isso,
continua me encantando. Hoje, na assessoria, sigo fazendo aquilo que me trouxe
ao jornalismo: contando histórias, apenas mudei o lugar de onde as conto”,
resume.
Jornalisticamente falando, o período
de dois anos (2021-2023) foi bastante intenso. Coberturas diversificadas,
entradas ao vivo dos mais diversos pontos da cidade e pautas que foram construídas
sobre temas variados, onde cada um deles exigiu conhecimento prévio sobre
questões que nem sempre faziam parte do dia a dia da repórter. Além dos programas da casa
(a Rede Amazônica Rondônia), como os telejornais e a versão estadual do Globo Esporte, Mikely produziu conteúdos
exibidos nacionalmente na Rede Globo
e na Globo News, entre eles, no Edição da Meia Noite e outros programas
da emissora.
P.
Nascimento
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| P. Nascimento em 25 de setembro de 2023 na Rede Amazônica (Foto: Acervo do Autor) |
O
jornalista entende que trabalhar como repórter e, ao mesmo tempo, apresentar um
quadro voltado para o agro é uma responsabilidade muito grande e também uma
realização profissional. “Como repórter, tenho a oportunidade de estar no
campo, ouvir o produtor, conhecer as realidades de quem vive do agro e
transformar essas histórias em informação para o telespectador”, relata com
entusiasmo.
Já como
apresentador do quadro agro, o desafio é levar esse conteúdo de uma forma
clara, dinâmica e próxima de quem está em casa. É mostrar a importância do
agronegócio para a economia e, principalmente, valorizar as pessoas que fazem o
agro acontecer. “Para mim, é uma oportunidade de unir duas coisas que gosto
muito: comunicação e agro, levando informação com credibilidade e dando voz ao
produtor rural”, concluiu ao ser entrevistado.
Jacy Fernandes
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| Jacy Fernandes se preparando para uma reportagem (Foto: Acervo Jacy Fernandes) |
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| Jornalista Jacy Fernandes (Foto: Acervo de Jacy Fernandes) |
Jacy Fernandes, tem 28 anos e é jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, onde viveu por treze anos. Natural de Curimatá, no interior do Piauí, passou na cidade parte da infância e da adolescência. A profissional iniciou a carreira como repórter em uma afiliada de televisão em Mato Grosso, onde permaneceu por seis meses. Nesse período, surgiu a oportunidade de trabalhar na Rede Amazônica, afiliada da TV Globo em Rondônia.
Diante
disso, ela chegou ao estado em setembro de 2025 e, desde então, atua como
videorrepórter em Jaru. Para Jacy, o jornalismo é uma das ferramentas mais
importantes para a democracia e para a construção de uma sociedade bem
informada. “A democracia só funciona com cidadãos bem informados. O jornalismo,
para mim, significa enxergar o mundo para além da minha própria realidade”, diz, sobre a profissão que exerce com maestria.
“Trabalhar
em Jaru como videorrepórter tem proporcionado justamente essa experiência. Tem
sido uma jornada incrível e, ao mesmo tempo, desafiadora, marcada por muitos
aprendizados e conquistas”, concluiu.
Voltando à Rede Amazônica...
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| Logotipo da Rede Amazônica em 2026 (Fonte: Rede Amazônica) |
A Rede Amazônica passou a utilizar
este nome no dia 03 de janeiro de 2015, marcando uma nova era na emissora e em
suas afiliadas e retransmissoras. Antes denominadas de acordo com o Estado e a
cidade em que estão presentes, passaram a utilizar apenas a nomenclatura Rede
Amazônica. O nome, conhecido do público durante a exibição das vinhetas de
programação que ressaltavam a denominação com a mensagem “uma emissora da Rede
Amazônica” passa a adotar somente Grupo Rede Amazônica, uma unificação da marca
tal qual ocorreu com a TV Globo, hoje apenas um dos meios de comunicação do
Grupo Globo.
Em 1º de maio de 2020, devido ao processo de regionalização estadual implantado pela Rede Amazônica Rondônia, Jaru passou a acompanhar a programação gerada a partir da cidade de Ariquemes, sendo exibido, inclusive, a segunda edição do jornal RO2 (Jornal de Rondônia 2ª edição) direto daquele município e os demais programas a partir da Capital do Estado. Com a implantação do Sat HD Regional pela Banda KU, a emissora seguiu o mesmo padrão e disponibilizou ao público via parabólica os sinais de Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, sempre de acordo com a cidade mais próxima do telespectador. O sinal digital terrestre foi implantando em Jaru em dezembro de 2022 e o formato analógico foi desligado na mesma época. A emissora que chegou a ter um prédio específico para a sua parte comercial, teve esse departamento fechado, oficialmente, em 24 de março de 2023 e a publicidade local foi suspensa a partir de então, tornando-se apenas uma repetidora e exibindo as propagandas produzidas a partir de Ariquemes.
Prédio da TV Jaru no ano de 2002 (Fonte: Acervo da Rede Amazônica)

















