segunda-feira, 3 de agosto de 2026

História de Jaru: A comunicação eletrônica e os sites de notícias

 

Logotipo do provedor Speed Web
Fonte: Ladaércio Rodrigues de Souza
Oficialmente a internet chegou ao Brasil na década de 1990 e o acesso a ela, além de lento, era algo alcançado apenas por poucas pessoas. Em Jaru, quem se destaca pelo pioneirismo no ramo é o provedor Speed Web e o lançamento ocorreu em 04 de fevereiro de 1999. Inicialmente era disponibilizado somente o sinal analógico a uma velocidade de dados ínfima para o contexto mundial do século XXI.  Ladaércio Rodrigues de Souza, proprietário da Speed Web diz que naquele período a maioria dos municípios rondonienses no eixo da BR-364 já contava com um provedor de internet e o município de Jaru até então era um dos poucos a não possuir algo genuinamente próprio dentro do contexto eletrônico.

Print da página inicial do provedor
Speed Web em 06 de outubro de 2003
Fonte: Ladaércio Rodrigues de Souza

O segundo provedor de internet no município de Jaru, o Wol-Net começou as suas atividades no fim do ano 2000 de forma experimental e em janeiro de 2001 iniciou o fornecimento do serviço ao público jaruense. A empresa era de propriedade do empresário Cleilton Leite. Segundo informou, inicialmente era fornecido ofertado apenas internet discada analógica, um serviço lento e de custo elevado devido ao fato de ocupar a linha telefônica como se estivesse fazendo uma ligação interurbana. Entretanto, conforme ressalta, a empresa fez uma “revolução” e lançou um sistema denominado PABX que passava somente pelo provedor. Além de deixar o telefone fixo livre para ser utilizado, oferecia uma velocidade superior ao serviço discado e não havia contagem de pulsos (contagem semelhante aos minutos de uma ligação). O serviço foi altamente viável para empresas e a sua distribuição era feita diretamente por postes da sede da empresa até aos locais onde estavam os clientes. O formato funcionou até a chegada da internet ADSL (Linha Digital Assimétrica para Assinante, em tradução livre), a chamada banda larga através do telefone fixo, que começou sendo fornecido apenas pela Teleron, empresa que após ser privatizada se transformou em Brasil Telecom, depois em Oi, e, em 2026, atende pelo nome de Nio.

O empresário Cleilton Santos em
frente à sede  do Wol-Net,  o
 segundo provedor de internet
do  município de Jaru
(Foto: Acervo de Cleiton Leite)

A utilização da internet banda larga dependia da Teleron e em muitos lugares não havia portas disponíveis para o seu fornecimento devido à alta demanda, além da fila de espera que predominava para a liberação do sinal. Muitas pessoas não queriam aguardar e isso acabou contribuindo para a chegada da internet via rádio por volta do ano de 2004, segundo revela o próprio Cleilton.

A internet discada existente em Jaru apresentava uma velocidade de 64k e o Wol-net começou com 128 kbps (kilobit por segundo), algo inaceitável para os dias atuais, mas um grande avanço para a época. Para se ter uma ideia, a velocidade de um mega é dez vezes superior a 100 kbps. O provedor de internet discada tinha a função de fazer a autenticação, ou seja, liberar o acesso à rede mundial de computadores, mediante o link disponibilizado através da então Empresa Brasileira de Telecomunicações, a Embratel. Em 2005, houve a aquisição do Sped Web por parte do provedor Wol-Net, a qual passou a oferecer todos os serviços aos clientes da antiga empresa. As suas atividades duraram até o ano de 2006, quando o Wol-Net foi repassado a um empresário de Ariquemes.

A chegada da internet banda larga em Jaru na primeira década do século XXI possibilitou um grande avanço na comunicação jaruense, especialmente no que se tange ao setor eletrônico. Em dezenove anos, o município saiu da internet discada (1999) e chegou ao serviço de fibra (2018) em praticamente todos os bairros. Mas esse avanço não determinou o fim de outras modalidades como o sinal via rádio e a banda larga ofertada através do telefone fixo. Ambos continuam sendo utilizados em vários locais, porém, na zona rural, predomina-se principalmente o sistema via rádio e, em chácaras, por meio de cabos fornecidos através de empresas especializadas. Já em Tarilândia, a internet de fibra foi lançada em 2021 e desde então vem suprindo a demanda da localidade.

 

A internet banda larga e os sites de notícias

O início das operações do sinal de internet de alta velocidade via telefone fixo possibilitou a existência de diversos sites de notícias. Porém, a história da comunicação eletrônica começa muito antes disso. O pioneiro no segmento foi o radialista Juracy Alves, primeiro proprietário do domínio Jaru Online. Segundo revela, o início das atividades do site sob sua responsabilidade foi no ano de 1997 e a ideia era fazer uma revista eletrônica com colunas semanais assinadas por articulistas, notícias locais, entre outros temas e ficou no ar até 2001. Juracy tinha consigo dois domínios eletrônicos: www.jaruonline.com.br e www.jaru.com.br.

O início dos anos 2000, representou uma novidade para o site Jaru Online. Com a chegada do jornal impresso A Notícia, precursor do site Anoticiamais e liderado por Bruno Selia Baldo e Gilberto Fernandes Neves, o jornal eletrônico Jaru Online passou a contar com a versão digital do A Notícia, entre outras publicações. Flávio Afonso, outro jornalista local, era colaborador do jornal A Notícia e, posteriormente, acabou se tornando sócio do jornal impresso e fundando, junto com Gilberto Neves o site Anoticiamais em 2009, embora Beto Neves, como o jornalista é conhecido, tenha deixado a sociedade do site posteriormente. Por volta de 2002, Juracy Alves deixa o município de Jaru e o domínio Jaru Online passa a ficar disponível novamente.  Com isso, a partir de 2009, o registro do veículo de comunicação passou a ser administrado por Maico Gean do Carmo.

O município de Jaru conta com uma grande variedade de veículos de comunicação e com isso tem a possibilidade de atingir diversos públicos. Contudo, nos últimos anos, têm se destacado a presença maciça de sites, especialmente aqueles dedicados a coberturas jornalísticas. Um detalhe interessante é que a maioria dos websites traz consigo o nome da cidade. Até o fechamento deste texto, o site mais recente a ser criado em Jaru é o www.plantaojaru.com.br. A criação ocorreu em 16 de março de 2026 e desde então, o mesmo vem se destacando pela cobertura jornalística e sendo bem aceito pelos internautas.

Confira a lista de sites de notícias criados no município de Jaru. Vale salientar que alguns deles não deram continuidade ao trabalho jornalístico e que, portanto, em alguma parte da história, tiveram as suas atividades suspensas. Os sites que aparecem de forma duplicada é que houve a troca de proprietários após a criação do veículo de comunicação.

2009

2018

2013


2016

2006

2012
2024

2011
2006 
2016

2012
2016
2009

2021 

2016 
2014
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2022
2010
2026
2019

2024 


2011
2011  
Jota Libanio - 2013 
 
2010
2012
2021 
2012
2021
2006
2018 
2011
2021  
2013
2014
2016

2012  

quarta-feira, 22 de julho de 2026

Escolas de Jaru: Plácido de Castro

José Plácido de Castro (1873-1908)
Fonte: Academia de Letras dos
Militares da Paraíba
Veja aqui a publicação original

Clique aqui e veja um resumo de cada administração municipal de Jaru de forma individualizada.
 
José Plácido de Castro (São Gabriel9 de Setembro de 1873 — Seringal Benfica11 de agosto de 1908) foi um político e militar brasileiro, líder da Revolução Acreana e que governou o Estado Independente do Acre. Era filho do capitão Prudente da Fonseca Castro, veterano das campanhas do Uruguai e Paraguai, e de Dona Zeferina de Oliveira Castro. Descendente de família cristã, recebeu no seu batismo o nome do avô José Plácido de Castro, o major paulista que, após combater na Campanha Cisplatina, trocou o chão paulista pelo do Rio Grande do Sul. Um de seus bisavós, Joaquim José Domingues, foi companheiro de Borges do Canto, na conquista das Missões em 1801, quando este território foi incorporado ao espaço brasileiro.

Plácido começou a trabalhar aos 12 anos - quando perdeu o pai - para sustentar a mãe e seus seis irmãos. Aos 16 anos, ingressou na vida militar chegando a 2° sargento do 1° Regimento de Artilharia de Campanha, mais conhecido como "Boi de Botas", em São Gabriel, hoje quartel do 6° Batalhão de Engenharia de Combate. Quando foi deflagrada a Revolução Federalista, Plácido encontrava-se na Escola Militar do Rio Grande do Sul, o velho Casarão da Várzea, hoje Escola Militar. Um grupo de oficiais e cadetes pediu o fechamento da escola ao presidente Floriano Peixoto, para que pudessem participar, com as forças legais, no combate à Revolução Federalista. Plácido discordava da maioria: acreditava que Deodoro da Fonseca, o presidente anterior, não deveria ter sido substituído por Floriano Peixoto; deveria ter havido eleições diretas e não a posse - como ocorreu - do então vice-presidente. Plácido lutou na Revolução ao lado dos Maragatos, chegando ao posto de Major. Com a derrota para os “Pica-paus”, que defendiam o governo Floriano Peixoto, Plácido decide abandonar a carreira militar e recusou a anistia oferecida aos envolvidos na Revolução.                  

Estátua de Plácido de Castro no centro de Rio
Branco em registro feito no dia 29 de julho de 2007
(Foto: Elias Gonçalves)
Em seguida, Plácido mudou-se para o Rio de Janeiro, onde foi inspetor de alunos do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Algum tempo depois, foi fiscal nas docas do porto de Santos, em São Paulo e, voltando ao Rio, obteve o título de agrimensor. Inquieto e à procura de desafios, viajou para o Acre, em 1899, para tentar a sorte como agrimensor. Plácido de Castro estava demarcando o seringal Victoria', quando ficou sabendo do acordo pelos jornais, e viu nisto uma ameaça à integridade do Brasil. Enquanto arregimentava combatentes, o governo do Brasil reconheceu os direitos bolivianos sobre o Acre. Iniciou então um movimento armado contra a Bolívia, pela posse da região.

O governo boliviano enviou um contingente de 400 homens, comandados por Rosendo Rojas. Plácido, com 60 seringueiros, enfrentou a tropa, mas foi fortificado no seringal Empreza (hoje atual Rio Branco), desta vez saindo vencedor. Depois, venceu guarnições bolivianas em Empreza e Puerto Alonso (atual Porto Acre), onde se renderam o general Ibañes e seus soldados. O presidente da Bolívia, general José Manuel Pando, decide então acabar com a revolta e, no comando das tropas, vai ao ataque de Plácido, sem sucesso. Plácido, que na época tinha 27 anos de idade, liderou uma forte revolução com mais de 30 mil homens, vencendo as tropas bolivianas, com quase 100 mil soldados oficiais, e proclamando, pela terceira e última vez, o Estado Independente do Acre, tornando-se presidente do novo país.

Em 1903, através do Tratado de Petrópolis, o Acre foi anexado ao Brasil e o Estado Independente foi dissolvido. Em 1906, Plácido foi nomeado governador do Território do Acre. Depois, viajou para o Rio de Janeiro, para visitar a família. Na então capital federal, ofereceram-lhe os galões de coronel da Guarda Nacional, mas Plácido rejeitou. Quando de seu retorno ao Acre, foi nomeado prefeito da Região do Alto Acre. No dia 9 de agosto de 1908, Plácido de Castro se dirigia à sua propriedade, ao lado de seu irmão Genesco de Castro, quando foi ferido numa emboscada que lhe prepararam mais de uma dezena de jagunços, próximo à propriedade e sob a liderança de Alexandrino José da Silva, o subdelegado das tropas acreanas na Revolução Acreana. Rumores da época diziam que coronel Alexandrino estava insatisfeito com a sua posição no poder do Acre, um posto bem menor que o de Plácido, e por isso armou a emboscada. No dia 11, ardendo em febre, implorou ao irmão, Genesco, de olhos fechados, na presença de vários companheiros dizendo: "Logo que puderes, retira daqui os meus ossos. Direi como aquele general africano: “Esta terra que tão mal pagou a liberdade que lhe dei, é indigna de possuí-los.” Ah, meus amigos, estão manchadas de lodo e de sangue as páginas da história do Acre... tanta ocasião gloriosa para eu morrer...”

O herói rio-grandense foi covardemente trucidado, aos 35 anos de idade, ficando esse crime para sempre impune. Próximo à propriedade do seu assassino, erguido pelos fiéis amigos de Plácido de Castro, há um pedaço de mármore assinalando o local da emboscada. Seus ossos, porém, foram sepultados logo à entrada do Cemitério da Santa Casa de Misericórdia, em Porto Alegre. Na fronte do pedestal, a família fez questão de deixar gravados, um a um, nome e sobrenome dos suspeitos pelo bárbaro crime.

Demorou mais de um século para o Brasil fazer, finalmente, justiça a um dos seus mais bravos heróis. Em 17 de novembro de 2004, Plácido de Castro - o Libertador do Acre, foi entronizado no Panteão da Pátria e da Liberdade e, teve seu nome escrito no "Livro dos Heróis da Pátria" como o mais novo herói brasileiro. O Panteão da Pátria, construído entre 1985 e 1986, idealizado como um espaço para homenagear os heróis nacionais, está localizado no subsolo da Praça dos Três Poderes, em Brasília. Por ter sido um dos grandes responsáveis pela anexação do hoje estado do Acre ao Brasil, após a ação diplomática do Barão do Rio Branco no Tratado de Petrópolis, assinado em 17 de novembro de 1903, o intrépido gaúcho, reverenciado como um de seus maiores heróis é o patrono do 4º Batalhão de Infantaria de Selva do Exército Brasileiro - "Batalhão Plácido de Castro", sediado na capital do estado e integrante do Comando de Fronteira do Acre — e também, da Polícia Militar do Acre.

Em 1976 foi criado um novo município a cem quilômetros de Rio Branco que recebeu o nome de Plácido de Castro, em sua homenagem. Este município, por lei, foi considerado "cidade-irmã" de São Gabriel, cidade natal do heroico revolucionário. Em 1973, quando do centenário de nascimento, foi inaugurado um busto em sua homenagem na Praça Nações Unidas, em Porto Alegre.

 

 A Escola Estadual Plácido de Castro  

Decreto nº 589, de 29 de abril
de 1970, cria várias escolas em 
Rondônia, entre elas, a Plácido
de Castro (Fonte: Arquivo da escola)

A  Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Plácido de Castro, em Jaru, é uma das primeiras escolas públicas locais e começou as suas atividades  no prédio do Incra em 1973, próximo ao lugar, onde, em 1985, passou a funcionar a Escola Estadual Olga Dellaia
O Decreto de criação da escola é o de n.º 589, datado de 29 de abril de 1970 e publicado em Diário Oficial nº 4539, de 21 de julho de 1970 com a denominação Escola Isolada Plácido de Castro. De acordo com a publicação, naquele mesmo dia foi criada também na região da vila de Jaru, a Escola Isolada São João Bosco, localizada às margens da BR-364 nas proximidades do antigo seringal Curralinho (alguns metros após a chamada Curva da Morte no sentido Jaru / Ouro Preto). No caso da São João Bosco, a construção aconteceu em dezembro de 1970 e a inauguração no ano de 1971. 

A escola Plácido de Castro originou-se pela necessidade de atender à clientela existente em Jaru, então impulsionada pela migração. Seu funcionamento estava a cargo do Projeto Ouro Preto. Teve como fundadores Clara Batista de Andrade, Maria Anna Silva Costa e Dr. Assis Canuto, obtendo aprovação de Marise Castiel (1917-1999). Clique aqui e conheça a história de Marise Magalhães da Costa Castiel. 

A primeira diretora da Escola Plácido de Castro foi a professora Valdivina Rosa de Jesus e Pinho (1947-2025), eleita, posteriormente, em 1982, para o cargo de vereadora, onde, ocupou, no ano seguinte, a função de Presidente da Câmara. A escola obteve autorização de funcionamento para vários cursos: Ensino Fundamental (21 de agosto de 1978, através da Portaria n.º 78, homologada no mesmo ano), Magistério (1979, através do decreto n.º 982), Técnico em Contabilidade (1987, mediante a Portaria 105/GAB/SEDUC), Pré-Escolar (Resolução n.º 65/88) e Formação Geral (1998).

Escola Plácido de Castro em registro feito no dia 13 de dezembro de 2006
(Foto: Elias Gonçalves)

Em 2026, a escola Plácido de Castro atende ao Ensino Fundamental II e ao Ensino Médio, sendo pioneira ao implantar o Novo Ensino Médio em 2021. A instituição funcionou por um bom período no local onde hoje se localiza a escola Olga Dellaia e em 1980 foi constatada a necessidade de mudar o estabelecimento de ensino de lugar. Naquela época, os alunos de 2.ª a 8.ª séries do do 1º Grau e todos aqueles que cursavam o 2º Grau foram transferidos para a Escola Capitão Sílvio de Farias, ficando apenas com 14 turmas de 1.ª série. Três anos depois, a instituição passou a funcionar com todas as turmas originais num novo prédio, localizado à Rua Plácido de Castro, n.º 2648, construído pelo governo Jorge Teixeira de Oliveira. A escola conta com várias salas de aula, Sala de Recursos, sala de informática, biblioteca devidamente climatizada, sala de multimeios e outras dependências importantes para o seu pleno funcionamento.

Além da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Plácido de Castro em Jaru (RO), existe outra com o mesmo nome no município de Rosário do Sul, no Estado de Rio Grande do Sul, ambas em homenagem ao saudoso José Plácido de Castro.  Em Porto Acre (AC), também existe um estabelecimento de ensino com o mesmo nome do herói brasileiro, além de uma unidade no município de Tarauacá, também do Estado do Acre.

Frente da escola Plácido de Castro em registro feito no dia 31 de janeiro de 2020
(Foto: Elias Gonçalves)

Clique aqui  e veja uma Monografia produzida em 2024 sobre a história da Escola Plácido de Castro para obtenção de Título de Licenciatura Plena em Pedagogia na Universidade Federal de Rondônia - Unir.


Clique aqui e conheça um pouco mais da história de Plácido de Castro.

Veja aqui o que Senado Federal publicou sobre José Plácido de Castro.

Veja aqui outros detalhes da história de José Plácido de Castro. 

Clique no nome do estabelecimento de ensino e veja a história de cada um deles:

  Abrão Rocha    Aldemir Lima Cantanhêde APAE JARU  Beatriz Mireya   

Capitão Silvio de Farias Cooped  CTPM XIII   Dayse Mara de Oliveira Martins 

EFA Dom Antônio Possamai Escola D' Jaruaru  Elza Maria Fábris  Escola Adventista  

 Fimca Jaru Florisvaldo Simões de Oliveira Gabriel Balmant  

Instituto Federal de Rondônia - IFRO  José de Souza 

Josué Montello  Governador Jorge Teixeira  Jean Carlos Muniz 

Juscelino Kubitschek Marechal Cordeiro de Farias 


 Maria da Conceição (Clube de Mães)  Maria de Lourdes  


Maria do Socorro Maria Gomes Marechal Costa e Silva 


Menézio de Victo   Olga Dellaia   Pato Donald  Pedro Vieira


 Plácido de Castro   Primavera Tânia Barreto Tito Lourenço  Zenir Carvalho