sábado, 18 de julho de 2026

Escolas de Jaru: Josué Montello

 


Josué de Sousa Montello (São Luís, 21 de agosto de 1917Rio de Janeiro, 15 de março de 2006) foi um jornalista, professor, teatrólogo e escritor brasileiro. Entre suas obras destacam-se Os Tambores de São Luís, de 1965, a trilogia composta pelas novelas Duas vezes perdida, de 1966, e Glorinha, de 1977, e pelo romance Perto da meia-noite, de 1985. Trabalhou como diretor da Biblioteca Nacional e do Serviço Nacional de Teatro, escreveu para a revista Manchete e o Jornal do Brasil, além de trabalhar no governo do presidente Juscelino Kubitschek.

Obras de Josué Montello foram traduzidas para o inglês, francês, espanhol, alemão e sueco. Algumas de suas novelas foram roteirizadas para o cinema; em 1976, Uma tarde, Outra tarde recebeu o título de O amor aos 40; e, em 1978, O monstro, foi filmado como O monstro de Santa Teresa. Morreu em março de 2006, vítima de insuficiência cardíaca. Encontrava-se internado na Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, há mais de um ano, para tratamento de problemas respiratórios. O corpo foi velado na Academia Brasileira de Letras e sepultado no fim da tarde no Cemitério São João Batista.

A obra construída por Montello é assombrosa, pois abrange uma significativa variedade de meios de expressão - do romance ao teatro, do artigo jornalístico ao ensaio histórico. Sua prosa é elegante e fluída, passando ao leitor aquela enganadora sensação de ter sido escrita de forma ligeira, fácil, sem esforço aparente. Sua sólida formação intelectual se faz sentir em todos os ensaios e artigos, sempre permeados por análises precisas, argutas e diretas, ao passo que nos romances e peças teatrais a fina sensibilidade do artista impõe uma intensa abordagem psicológica das tramas e dos personagens.

Em 1954, foi eleito para a cadeira 29 da Academia Brasileira de Letras, sucedendo a Cláudio de Sousa. Até a sua morte, era o integrante mais antigo da Academia.

A Escola Josué Montello


A Escola Estadual Josué Montello iniciou as suas atividades em 23 de setembro de 1983 através do Decreto n.º 1231 de 14 de abril de 1981. Ela está situada à Linha 630 Km 25, no distrito de Santa Cruz da Serra que pertence ao município de Jaru. A primeira diretora da instituição foi a professora Helena Manfio e Secretário Escolar, José Nilton Batista. 

Governador Confúcio Moura (de jaqueta),
prefeito Inaldo (de chapéu) e a comunidade
 escolar na inauguração da quadra da escola
(Foto: Governo de Rondônia)

Desde a sua inauguração, a escola funcionou em um prédio construído em alvenaria. Ao longo dos anos algumas reformas foram feitas, garantindo assim uma significativa melhoria em suas instalações. Além de atender os alunos matriculados na rede estadual, pois se trata de um público específico da escola, há uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação (Semed), possibilitando que estudantes do ensino infantil (pré-escola) e 1º ao 5º ano do ensino fundamental do próprio distrito e das linhas abrangidas pelo atendimento do estabelecimento de ensino possam utilizar as instalações para o processo ensino-aprendizagem.

Em 09 de dezembro de 2016 ocorreu um dos momentos mais esperados pela comunidade escolar da instituição. Nesse dia, o Governo do Estado esteve no distrito e inaugurou a quadra poliesportiva do estabelecimento de ensino, uma obra aguardada há 35 anos. 

Clique no nome do estabelecimento de ensino e veja a história de cada um deles:

  Abrão Rocha    Aldemir Lima Cantanhêde APAE JARU  Beatriz Mireya   

Capitão Silvio de Farias Cooped  CTPM XIII   Dayse Mara de Oliveira Martins 

EFA Dom Antônio Possamai Escola D' Jaruaru  Elza Maria Fábris  Escola Adventista  

 Fimca Jaru Florisvaldo Simões de Oliveira Gabriel Balmant  

Instituto Federal de Rondônia - IFRO  José de Souza 

Josué Montello  Governador Jorge Teixeira  Jean Carlos Muniz 

Juscelino Kubitschek Marechal Cordeiro de Farias 


 Maria da Conceição (Clube de Mães)  Maria de Lourdes  


Maria do Socorro Maria Gomes Marechal Costa e Silva 


Menézio de Victo   Olga Dellaia   Pato Donald  Pedro Vieira


 Plácido de Castro   Primavera Tânia Barreto Tito Lourenço  Zenir Carvalho


Nenhum comentário:

Postar um comentário