sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

Fotos Antigas de Jaru - Parte 3

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Aviso importante:

© As imagens abaixo são do acervo do professor Teófilo Lourenço de Lima. Portanto, todos os direitos reservados a ele. É permitida a utilização desde que citada a fonte. 



























































Aviso importante:

© As imagens acima são do acervo do professor Teófilo Lourenço de Lima. Portanto, todos os direitos reservados a ele. É permitida a utilização desde que citada a fonte. 



quinta-feira, 19 de junho de 2025

História da Câmara Municipal de Jaru: 11ª Legislatura

Tatiane de Almeida Domingues

A décima primeira Legislatura da Câmara Municipal se iniciou em 1º de janeiro de 2025 com a posse dos quinze vereadores escolhidos pelo eleitorado. Após a deliberação dos parlamentares, definiu-se que uma mulher estaria à frente do Legislativo pela segunda vez na história de Jaru. Entre as quatro mulheres eleitas, a escolhida como Presidente foi a vereadora Tatiane de Almeida Domingues, a Tatiane da Saúde. Até o dia 16 de junho de 2025, a vice-presidência ficou com a vereadora Suhelen Fernanda e os cargos de 1º e 2º secretários, estiveram, respectivamente, com Rafael Lopes (o mais votado na eleição de 2024) e Sílvio Aquerley da Silva, o Schimiti Patroleiro.

Durante a 11ª legislatura, a parceria entre Legislativo e Executivo se fortaleceu e várias realizações de interesse social tramitaram em tempo recorde no parlamento. Com isso, a população pôde ser melhor assistida pelos entes federados no que diz respeito ao âmbito municipal. Entre os vários projetos apreciados estão ações que garantiram a vinda de importantes obras como a construção do aguardado Centro de Hemodiálise. Além disso, em 03 de fevereiro de 2025, durante a 3ª sessão extraordinária, a Câmara votou e aprovou três projetos de lei bem específicos, onde o Poder Executivo, por meio do prefeito Jeverson Lima, foi autorizado a abrir no orçamento vigente crédito adicional especial destinado à pavimentação e duplicação da Avenida Rio de Janeiro no trecho entre a BR-364 e a Rua Sergipe. Vale salientar que tais obras foram oriundas de emendas parlamentares do deputado federal Lúcio Mosquini, parceiro de grandes realizações em Jaru.

Projetos originados na Câmara também contribuíram com o fortalecimento de importantes setores. Um dos exemplos é o Março Roxo, de autoria legislativa e aprovado na sessão de 07 de abril de 2025 graças a uma solicitação de uma moradora do subdistrito de Jaruaru. A proposta instituiu de forma anual no calendário oficial jaruense um mês inteiro de conscientização sobre a epilepsia, visando especialmente o acolhimento. Entre as ações previstas estão campanhas educativas e ações informativas, ambas voltadas à orientação da população sobre os sintomas, bem como as formas de tratamento e o método que deve ser utilizado para ajudar uma pessoa quando a mesma estiver com crise epiléptica.

Em maio de 2025, por exemplo, o Legislativo votou o projeto de autoria da Casa de Leis, onde instituiu o Leilão Direito de Viver como uma ação integrante do calendário anual de atividades municipais. Realizado em prol do Hospital do Amor da Amazônia, o evento tem como objetivo arrecadar fundos que possam auxiliar no tratamento contra o câncer, beneficiando assim de forma direta não apenas o município de Jaru, mas todo o Estado de Rondônia, tendo a sua realização oficializada para o último domingo de outubro. Após ser promulgada pelo prefeito Jeverson Lima, a lei recebeu o nº 4.032 e foi publicada no Diário Oficial em 13 de maio do corrente ano.

Vários projetos de interesse da população foram apreciados pelo legislativo de forma a contemplar os munícipes. Um deles, com o valor de quase Um Milhão de Reais, visa a implantação de dois ecopontos de coleta seletiva para o município. Oriunda do poder executivo, a ação representa um divisor de águas em Jaru, pois além do recolhimento do lixo de forma apropriada, os parlamentares aprovaram recursos para a prefeitura contratar uma cooperativa de reciclagem, proporcionando, dessa forma, um destino adequado aos materiais que podem ser reciclados.

Em 30 de maio de 2025, o juiz Alencar das Neves Brilhante, atendendo a uma solicitação do vereador Éverson Campos de Queiroz (PL), anulou a eleição da Mesa Diretora ocorrida em 1º de janeiro de 2025 por suposta inobservância ao critério de proporcionalidade partidária e determinou que uma nova eleição fosse realizada no prazo de trinta dias após a notificação da presidência da Casa.  Um dos motivos alegados na petição que pediu a anulação da Mesa Diretora foi que a mesma estava composta por apenas dois partidos – um cargo para o União Brasil e três para o MDB – embora a Câmara contasse com parlamentares representantes de sete agremiações partidárias.

Schimiti Patroleiro, Tatiane da Saúde,
Mestre Café e Celiandro Marrom foram
eleitos para a Mesa Diretora em eleição
ocorrida no dia 17 de junho de 2025

Diante disso, em 17 de junho de 2025, aconteceu uma nova eleição para a Mesa Diretora da Câmara. Apenas uma chapa foi inscrita para participar do processo eletivo. Treze parlamentares votaram sim, um se absteve e houve um voto não. Após a apuração, a nova composição da Mesa Diretora ficou da seguinte forma: Tatiane da Saúde – União Brasil (presidente), Sílvio Aquerley, o Schimiti Patroleiro - MDB (vice-presidente), Ademar Lopes, o Mestre Café – PRD (1º secretário) e Celiandro Ribeiro, o Marrom – PSD, na função de 2º secretário. Com as alterações, Rafael Lopes e Suhelen Fernanda deixaram os seus respectivos cargos na Mesa Diretora e Sílvio Aquerley, que era 2º secretário, passou a ocupar a vice-presidência, sendo ambos os eleitos para o biênio 2025-2026.

Diversas ações de interesse social foram apreciadas pelos vereadores e resultaram em benefícios para a sociedade jaruense. Projetos de asfaltamento, construções de pontes em locais estratégicos, entre outros, além do Projeto IPTU Ecológico aprovado na sessão de 22 de setembro de 2025, que veio como uma forma de garantir descontos especiais no Imposto Predial e Territorial Urbano de quem adota práticas ambientais sustentáveis.

Indicações do Legislativo em parceria com os deputados Lúcio Mosquini e Dr. Luís do Hospital impactaram positivamente a população. Dois exemplos, são as emendas destinadas ao projeto Monjaro, que visa, especificamente, tratamento às pessoas com obesidade e o acesso gratuito ao Implanon, uma iniciativa que que institui a política estadual de proteção às adolescentes em situação de vulnerabilidade. A proposta, que assegura o fornecimento gratuito do contraceptivo pela Rede Pública de Saúde, é destinada a mulheres até aos 17 anos.

Os números do ano de 2025 apontam que ao todo foram realizadas 39 sessões ordinárias e 45 extraordinárias. Durante o período, a Câmara apreciou 312 projetos oriundos do Executivo Municipal e aprovou 53 projetos de autoria dos parlamentares que compõem as quinze cadeiras do Legislativo. Além disso, foram aprovados mais de 100 milhões de Reais em investimentos para que a Prefeitura pudesse desenvolver ações de infraestrutura e outros cuidados básicos essenciais para o bom andamento da municipalidade.


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sábado, 14 de junho de 2025

História da Câmara Municipal de Jaru: Vereadores que denominaram bens públicos

 

Otaviano Neto
Alguns vereadores que já partiram para outra vida deixaram um legado significativo para o setor a qual representaram e tiveram os seus nomes eternizados em bens públicos. São nomenclaturas que foram registradas em ruas, postos de saúde, entre outros locais de uso coletivo.

Otaviano Pereira Neto (1966-2003), vereador da 4ª legislatura e que assumiu por alguns meses também na 5ª legislatura teve o seu nome denominado em uma rua que, entre outros bairros, passa pelo Jardim Morumbi e Luzia Abranches, além de contar em seu trajeto com dois estabelecimentos que ofertam o ensino superior.

Carmona
Antônio Carmona Tressoldi (1956-2012), se elegeu pela primeira vez em 1992, ano em que foi o mais votado. Ocupou o cargo por três mandatos consecutivos. Desde 07 de dezembro de 2012, o ex-vereador é nome do posto de saúde localizado no Bairro Jardim dos Estados e também denomina uma rua no Loteamento Savana Park.

Ivo Pereira Lima (1954-2011), vereador eleito cinco vezes, sendo a primeiro delas em 1.988, é nome de uma rua no Residencial Savana Park desde o ano de 2012. Geraldo Luiz da Silva, o Nelói (1955-2008), foi agraciado com duas denominações de bens públicos: uma rua no Bairro Jardim Morumbi e também o nome de uma quadra poliesportiva no Setor 04 desde 04 de dezembro de 2023. Já João de Castro Lacerda (1943-1992), denomina o posto de saúde do Setor 04, além do plenário da Câmara, o local onde, semanalmente, acontecem as sessões legislativas.

 

João de Castro Lacerda
Por sua vez, Sisínio Guerra de Almeida (1940-2007), denomina a ala que dá acesso aos gabinetes dos vereadores e também é nome de rua no Loteamento Jardim Cooaja. Porém, ao nominar a via pública, foi utilizada a grafia Cizino Guerra.

O último vereador a ter o nome em um bem público é Florisvaldo Simões de Oliveira (1943-2018). Político nato desde quando chegou em Jaru no início da década de 1980, o então parlamentar teve uma carreira política vitoriosa, onde alcançou resultados expressivos ao longo da vida. Em 30 de setembro de 2025, por meio da Lei Municipal nº 4.131, Loro, como vereador em vários mandatos era conhecido, teve o seu nome denominado em uma unidade escolar, quando o então Centro Educacional de Bom Jesus passou a se chamar Escola Municipal de Educação Infantil e Fundamental Florisvaldo Simões de Oliveira. 

sábado, 7 de junho de 2025

História da Câmara Municipal de Jaru: Vereadores que ocuparam cargos no Executivo

Aguinaldão

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Até o ano de 2026, sete vereadores tiveram a oportunidade de ocuparem o cargo de prefeito ou vice-prefeito no município de Jaru, mas apenas cinco deles foram, legitimamente, eleitos para tal função. O vice-presidente da Câmara, Aguinaldo da Silva Lenque, o Aguinaldão, eleito como vereador em 2004, acabou exercendo a função de prefeito entre 11 de outubro de 2005 e 03 novembro do mesmo ano, uma vez que o prefeito da época, José Amauri dos Santos, o vice dele, Daniel Boiadeiro e o Presidente da Câmara, Ivo Pereira Lima, haviam sido afastados de seus cargos por suspeita de compra de votos.

O primeiro vereador a ocupar uma função no Executivo Municipal foi Marcos Antônio Chiovetti, eleito em 1988 com 229 votos. Em 1992, Marcos disputou o cargo de vice-prefeito ao lado de Ruy Zimmer (1955-2023) e ambos acabaram sendo eleitos com 5.879 votos para o período de 1993 a 1996.

Amauri

Em seguida, foi a vez do vereador José Amauri dos Santos, conhecido como Amauri, a ocupar a função de prefeito de Jaru. Integrante da segunda e terceira legislaturas (1989-1992 e 1993-1996), Amauri disputou o cargo de prefeito pela primeira vez na eleição municipal de 1996 e, embora tenha alcançado uma expressiva votação, não logrou êxito no pleito. A sua consagração ao mais importante cargo do município ocorreu na eleição municipal de 2000, onde fora eleito como prefeito de Jaru com 15.107 votos. Em 2004, quando disputou a reeleição, Amauri foi reeleito com 13.625 votos, mas uma denúncia protocolada na Justiça acabou cassando o seu diploma e, consequentemente, o cargo do prefeito.

Jean Carlos dos Santos

Jean Carlos dos Santos, outro vereador que ocupou a função de prefeito em Jaru, alcançou 804 votos na eleição municipal de 2004, quando disputou o cargo no legislativo municipal, mas – por ser o 1º suplente de Ivo Lima – acabou assumindo a vereança em 2005, quando o titular foi afastado de suas funções. Jean disputou a Prefeitura de Jaru em duas oportunidades: em 2008, ano em que se sagrou vitorioso ao conseguir 11.517 votos e, em 2012, quando perdeu a eleição para Sônia Cordeiro de Souza do Partido dos Trabalhadores (PT).

Ulisses Borges

Ulisses Borges de Oliveira, vereador por três mandatos consecutivos em Jaru, também chegou ao Executivo Municipal. Eleito como para a Câmara Municipal pela primeira vez para a 3ª legislatura (1993-1996), Ulisses se sagrou vitorioso no legislativo nas duas eleições municipais seguintes (1996 e 2000). Porém, em 2004, o então vereador decide disputar o cargo de prefeito e, conforme o resultado oficial do pleito, alcançou 12.129 votos e ficou em segundo lugar. Entretanto, devido ao fato de o prefeito eleito, José Amauri dos Santos, ter sido denunciado por suposta compra de votos na eleição de 2004, a Justiça decide que quem deveria assumir o destino do município é o segundo colocado. Ulisses toma posse de forma definitiva em 04 de novembro de 2005 e fica no cargo até junho de 2006, quando teve o seu mandato cassado pela Câmara, acusado de hipotéticas irregularidades, fato que o político nega ter cometido.

Milton Louzada de Almeida, eleito para vereador no ano 2000 com 357 votos, foi o primeiro vice-prefeito de Jaru, ao se eleger com Leomar José Baratella (prefeito) em 1982. Naquele pleito, ambos foram eleitos para o mandato de 1º de fevereiro de 1983 a 31 de dezembro de 1988. 

Jeverson Lima

O último vereador a ser prefeito de Jaru – até a eleição municipal de 2024 – é Jeverson Luiz de Lima. Eleito para o poder legislativo em 2012 com 1.179 votos (a maior votação do pleito), Jeverson Lima herdou de seu pai, Ivo Pereira Lima, a veia política e construiu uma carreira vitoriosa.  Em 2016 e 2020, disputou o cargo de vice-prefeito com João Gonçalves Silva Junior e ambos foram eleitos. Já em 2024, ao se lançar candidato a prefeito de Jaru com o vice Grécio Benedito, alcançou 16.342 votos (o equivalente a 55,75% da votação válida) e foi eleito como prefeito para o quadriênio 2025-2028. 

 

quinta-feira, 29 de maio de 2025

História da Câmara Municipal de Jaru: 9ª e 10ª Legislatura

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Vereadores da 9ª Legislatura (2017-2020)

Ademir Roberto da Silva – 973 votos

Antônio Carlos Bezerra – 723 votos

Clóvis Morali Andrade – 483 votos

Edmar Parlote – 575 votos

Francisco Baquer – 483 votos

Gelson da Hora – 1.486 votos

Ilson Pedro Felix – 630 votos

José Claudio Gomes da Silva – 546 votos

Josemar Figueira – 596 votos

Luís Chiarentin – 797 votos

Marcos Machado Miranda – 545 votos

Orlando Costa dos Anjos – 496 votos

Paulo Pereira Sampaio – 407 votos

Renato Rodrigues de Oliveira – 983 votos

Valdivino Francisco Pereira – 427 votos

Suplentes que tomaram posse:

Edivaldo de Oliveira (Badu) – 449 votos

João Matias Vieira – 432 votos 

Vereador Amarelinho foi presidente nos
dois biênios da 9ª Legislatura

A 9ª Legislatura foi marcada por um trabalho de parceria entre Legislativo e Executivo. O vereador Amarelinho, que na gestão anterior havia assumido a presidência da Casa no lugar de Orlandini, é reconduzido ao cargo pelos seus pares. Junto com ele, na composição da Mesa Diretora no 1º biênio (2017-2018) ficou Orlando Costa dos Anjos (vice-presidente), além de Francisco Baquer e Renato Rodrigues, respectivamente, 1º e 2º secretários.

Durante a segunda metade da legislatura houve algumas mudanças pontuais na formação da Mesa Diretora. A presidência continuou com José Cláudio Gomes e a vice-presidência na responsabilidade do vereador Ilson Pedro Félix. Da mesma forma, Francisco Baquer continuou como 1º secretário e Edmar Parlote assumiu a função de 2º secretário no parlamento.

Em 06 de setembro de 2018, houve a primeira mudança na composição da Câmara. Em virtude de algumas denúncias protocoladas na esfera judicial, o então vereador Josemar Figueira acabou renunciando ao mandato no dia 03 de setembro e, em seu lugar, assumiu o 1º suplente do Partido dos Trabalhadores, João Matias Vieira, que permaneceu no cargo até o dia 31 de dezembro de 2020.

Outra mudança no legislativo ocorreu em 15 de abril de 2019 com a posse do vereador Edivaldo de Oliveira, o Badu Som. Empossado no lugar de Clóvis Morali, que teve os direitos políticos suspensos decorrente de sentença condenatória, o novo parlamentar fez um mandato em oposição à gestão municipal e permaneceu na função até o fim da 9ª legislatura.

Jaru voltou a contar com um parlamentar em Brasília com a posse do deputado federal Lúcio Mosquini em 1º de fevereiro de 2015. E os resultados, desde então, foram visíveis. Além disso, a criação da Associação Amigos de Jaru, definida como Entidade de Utilidade Pública pela Lei nº 2304, de 02 de junho de 2018, representou um marco na história local. No caso específico da referida associação, um dos projetos marcantes, foi a construção em tempo recorde do novo prédio do Hospital Municipal Sandoval de Araújo Dantas. Em todas as ações, a Câmara atuou com o seu papel fiscalizador e aprovou projetos que possibilitaram o provimento de recursos que garantiram a efetivação das obras.

As grandes realizações que aconteceram no município foram oriundas, principalmente, de emendas federais e a contrapartida da Prefeitura foi aprovada pelos vereadores, que entenderam a importância da alocação de cada montante financeiro. Inúmeras obras foram realizadas nos oito anos da gestão João Gonçalves Junior, tais como a construção do Centro de Especialidades Médicas, do Lar do Idoso, das escolas Maria do Socorro e Tânia Barreto, entre muitas outras, sendo, sempre com a participação do legislativo.

10ª Legislatura (2021-2024)

Vereadores da 10ª Legislatura

Dr. Luís do Hospital – 2.237 votos

Ilson Pedro Felix – 556 votos

Rafael Lopes – 654 votos

Professora Damiana – 345 votos

Sol de Verão – 800 votos

Amarelinho – 661 votos

Chiquinho do Cacau – 439 votos

Denísia do Carlinhos – 444 votos

Marcão – 569 votos

Neuza Orlandini – 421 votos

Professor Carlos – 352 votos

Renato Cabeleireiro – 549 votos

Romário Gomes – 409 votos

Schimiti Patroleiro – 572 votos

Valmir Carteiro – 515 votos

Suplentes que tomaram posse:

Paulão do Esporte: 486 votos

Dr. Luís do Hospital foi o 1º presidente
durante a 10ª Legislatura

Durante a eleição que definiu os 15 vereadores que fariam parte da 10ª legislatura municipal, o município de Jaru escolheu o vereador Luís Eduardo Schincaglia, o Luís do Hospital, com a maior votação de todos os tempos, uma vez que o parlamentar conseguiu incríveis 2.237 votos, o equivalente a 7,78% de todo o eleitorado jaruense. O expressivo resultado consagrado nas urnas fez com que o político chegasse ao mais alto cargo entre seus pares: o de presidente do poder legislativo local.

Diante disso, a Mesa Diretoria no biênio 2021-2022 ficou composta da seguinte forma: Luís do Hospital (presidente), Ilson Félix (vice-presidente), além de Rafael Vaz Lopes e Luzia de Fátima, a Sol de Verão, como 1º e 2º secretários.

Entretanto, o então presidente da Câmara, Luís do Hospital, disputou o cargo de deputado estadual na eleição de 2022 e foi eleito com 18.248 votos, o equivalente a 2,09% dos eleitores rondonienses.  Com isso, o parlamentar renunciou ao cargo de vereador e, em seu lugar, assumiu, no dia 10 de janeiro de 2023, o representante de Tarilândia, Paulo Pereira Sampaio, o Paulão do Esporte, que havia alcançado 486 votos e ficado na suplência.

Ilson Félix foi presidente da
Câmara no biênio 2023/2024

A composição da Mesa Diretora no 2º Biênio da 10ª Legislatura ficou da seguinte forma: Ilson Félix que era vice-presidente na administração anterior assumiu a presidência do legislativo e o vereador Paulo Pereira Sampaio, o Paulão do Esporte, ocupou o cargo de vice-presidente. As funções de 1º e 2º secretários ficaram, respectivamente, com Rafael Vaz Lopes e Maria Damiana Felício de Souza.

A continuidade do mandato federal de Lúcio Mosquini, aliada à eleição do deputado estadual Dr. Luís do Hospital, resultou em mais benefícios para Jaru, entre eles, o Centro Comercial Urbano, asfaltamento em várias ruas, apoio a associações de produtores rurais, duplicação em trechos das avenidas Florianópolis e Tapajós, Feirão do Produtor e o Teatro Dirce Ferreira Pinto. É notório que a parceria da Câmara com o Executivo possibilitou a concretização de importantes obras. Porém, a mais marcante, com verba solicitada pelo deputado Mosquini, foi a duplicação da ponte sobre o Rio Jaru na BR-364, que garante uma importante melhoria no fluxo de veículos que trafegam pela rodovia federal.

FONTE:

PEREIRA, Elias Gonçalves. Câmara Municipal de Jaru: 42 anos. 

Link das publicações:

1ª e 2ª Legislatura

3ª e 4ª Legislatura

5ª e 6ª Legislatura

7ª e 8ª Legislatura

9ª e 10ª Legislatura

sábado, 24 de maio de 2025

História da Câmara Municipal de Jaru: 7ª e 8ª Legislatura

 7ª Legislatura (2009-2012)

Celso Rocha da Rocha – 615 votos

Denísia Messias da Silva – 842 votos

Edivando Regis de Oliveira – 583 votos

Evaldo Cilistrino Mendes – 641 votos

Francisco H. Costa Bezerra – 763 votos

Gerson Gomes Gonçalves – 804 votos

Ivo Pereira Lima - 837 votos

Lúcia de Fátima Costa – 889 votos

Mirley Emanuel dos Santos – 648 votos

Valdecir Cesco Orlandini – 1.333 votos

 Suplentes que tomaram posse:

José Augusto Radialista – 634 votos

Paulão do Esporte – 542 votos

Leandro de Oliveira Leal – 302 votos

Clóvis Morali Andrade – 725 votos

Maria Aparecida S. Cabral – 490 votos

Ivo Lima foi o 1º presidente
da Câmara na 7ª Legislatura

A Mesa Diretora durante o primeiro biênio da 7ª Legislatura (2009/2010) foi composta da seguinte forma: Ivo Pereira Lima (Presidente); Gerson Gomes Gonçalves (vice-presidente), além de Celso Rosa da Rocha e Denísia Messias da Silva nas funções de 1º e 2º secretários.

Durante a segunda metade da legislatura (2011/2012), a Mesa Diretora da Câmara foi alterada e o vereador Gerson Gomes que era vice-presidente no biênio anterior, assume a presidência da Casa. A função de vice-presidente fica com o Professor Evaldo Mendes e os cargos de 1º e 2º secretários passam a ser dos vereadores Lúcia de Fátima e Francisco Hildemburg Costa Bezerra. Entretanto, em 25 de março de 2011, o então suplente José Augusto Radialista assume o lugar de Francisco Hildemburg, que não pode continuar exercendo o mandato, após ter marcado presença em uma licitação municipal, contrariando assim as regras vigentes.

Gerson Gomes foi presidente da Câmara
no 2º biênio da 7ª Legislatura

Em 04 de fevereiro de 2011, o município sofreu uma grande perda na esfera política com a morte repentina do então vereador Ivo Pereira Lima quando o mesmo retornava de uma agenda em Brasília. Em virtude disso, quem assumiu o seu cargo foi o professor Clóvis Morali. A posse aconteceu em 16 de fevereiro de 2011, mas Clóvis permaneceu no parlamento menos de dois meses, uma vez que retornara ao cargo de Secretário Municipal de Educação. Em seu lugar, assume em 11 de abril de 2011, o vereador Leandro de Oliveira Leal. Outra mudança ocorrida na 7ª Legislatura foi a posse da vereadora Maria Aparecida Silva Cabral, que assumiu o lugar de Edivando Régis de Oliveira, que havia sido empossado no cargo de administrador do distrito de Tarilândia. O mandato de Cida do Tonhão, como a então vereadora é conhecida, teve início em 14 de junho de 2011 e se encerrou em 2012.

Durante a gestão 2009-2012, Câmara e Prefeitura tiveram os mesmos ideais e o município que havia enfrentado um período turbulento com constantes trocas de prefeito no quadriênio anterior pôde, finalmente, caminhar em franco desenvolvimento. Além de projetos de asfaltamento, ampliação da frota própria, entre outras benfeitorias, houve a edificação de um novo prédio para a escola municipal Marechal Cordeiro de Farias na Linha 619 e a construção no Centro de Convenções José Carlos da Silva, através da Lei nº 1.494, de 29 de março de 2011. Em todas essas frentes, o Legislativo esteve de mãos dadas com a população para garantir a execução das obras.

8ª Legislatura (2013 - 2016)

Antônio Pereira Cabral – 544 votos

Benildo Márcio da Silva – 514 votos

Cássia Gomes dos Santos – 793 votos

Clóvis Morali Andrade – 930 votos

Edimilson Batista Moreira – 498 votos

Eneir Martins Rodrigues – 574 votos

Evaldo Cilistrino Mendes – 455 votos

Jeverson Luiz de Lima – 1179 votos

José Augusto da Silva – 896 votos

José Claudio Gomes da Silva – 704 votos

Josemar Figueira – 774 votos

Luiz Carlos Cesconete – 423 votos

Moisés Zalém Oliveira Soté – 478 votos

Roseli Capelini Batista – 448 votos

Valdecir Cesco Orlandini – 654 votos

Suplentes que tomaram posse:

Audicleverson Glauber da Silva (Naná) – 261 votos

Josemar Figueira foi o 1º presidente na
8ª Legislatura

A 8ª Legislatura, iniciada em 1º de janeiro de 2013, teve na composição da Mesa Diretora no 1º biênio (2013-2014), os seguintes vereadores: Josemar Figueira (presidente), Edimilson Batista Moreira (vice-presidente), Roseli Capeline Batista (1ª secretária) e Antônio Pereira Cabral, o Tonhão, na função de 2º secretário. Durante os primeiros dois anos, a relação entre Legislativo e Executivo foi formada por meio de uma grande parceria. Projetos de interesse da Prefeitura foram aprovados e o clima era bastante harmônico.

Orlandini foi o 2º presidente
 na 8ª Legislatura

Já o 2º biênio, iniciado em janeiro de 2015, foi marcado por um clima de desarmonia em relação ao Executivo Municipal, onde diversos parlamentares se declararam oposicionistas à gestão Sônia Cordeiro (PT), o que culminou com a cassação do mandato da prefeita em dezembro de 2015 por suspeita de se adulterar o TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – assinado entre Prefeitura e Ministério Público (MP), fato que Sônia nega ter cometido, além de que, posteriormente, fora inocentada pela Justiça das acusações que lhe custaram o mandato. Inicialmente, a Mesa Diretora foi composta por Valdecir Cesco Orlandini (presidente), José Cláudio Gomes da Silva, o Amarelinho (vice-presidente), além de Roseli Capeline Batista e Jeverson Luiz de Lima como 1º e 2º secretários.  

Em 25 de agosto de 2015, após a Câmara decidir pelo afastamento de Sônia Cordeiro, o então vice-prefeito Inaldo Pedro Alves foi empossado no cargo de prefeito. Entretanto, Sônia entrou na Justiça e conseguiu ser reconduzida à função em que fora, legitimamente, eleita. Todavia, após dar continuidade ao processo investigatório contra a gestão municipal, a Câmara afastou novamente a prefeita Sônia Cordeiro por 90 dias e empossou Inaldo como prefeito em 22 de setembro de 2015. Sônia conseguiu voltar ao seu cargo, mas a Câmara acabou cassando o seu mandato de forma definitiva. Em 21 de dezembro de 2015, Inaldo é empossado pela terceira vez. Com isso, o gestor acabou concluindo o mandato em 31 de dezembro de 2016.

Voltando um pouco no tempo, chega-se à tarde do dia 20 de maio de 2015, momento em que ocorreu a prisão em flagrante do vereador Valdecir Orlandini, durante a Operação Lampejo. Na ocasião, o presidente da Câmara foi acusado de ter pedido propina para a prefeita Sônia Cordeiro. À época do fato, Orlandini alegou em sua defesa que estaria sendo vítima de uma armação e que teria elementos suficientes para provar sua inocência.  Mas, mesmo assim, a Justiça o condenou em 2017. Valdecir Orlandini disputou a eleição de 2016, alcançou 326 votos e não foi eleito. Em 2020, conseguiu eleger sua esposa, Neuza Orlandini.

Em virtude da denúncia contra Valdecir Orlandini, o parlamentar pediu um afastamento de trinta dias da Câmara e, em 29 de junho de 2015, renunciou ao cargo de presidente do poder legislativo. Em 26 de outubro de 2015, os vereadores votaram uma possível cassação do mandato e o placar ficou 9 a 5 a favor de Orlandini. Nessa sessão, o 3º suplente Audicleverson Glauber da Silva (1971-2023) foi convocado para votar, mas a sua presença em plenário não foi suficiente para interromper o mandato que Orlandini havia conquistado nas urnas. A convocação de Naná, como o político e servidor público municipal era conhecido, para votar a cassação do mandato de Orlandini, se baseou no artigo 7º do Decreto-Lei Federal 201/67. O 1º suplente estava impedido por ter interesses direto no assunto e no caso presente. O 2º suplente se manifestou formalmente pelo desinteresse por motivos particulares em não participar da votação, sendo, portanto, convocado o 3º suplente.

Amarelinho foi o 3º presidente
na 8ª Legislatura

Com a saída de Orlandini da presidência da Casa Leis, o vice dele, José Cláudio Gomes da Silva, o Amarelinho, assume a responsabilidade de conduzir o poder legislativo jaruense pelo restante do biênio e fica no cargo de 29 de junho de 2015 a 31 de dezembro de 2016.

Entre as principais marcas da administração municipal no triênio 2013-2015 (gestão de Sônia Cordeiro), estão a doação do antigo terreno da Expoaja para o IFRO, o que garantiu a implantação de um campus do Instituto Federal de Rondônia em Jaru. Além disso, as unidades locais do Senac e do Senai também só vieram para o município após a prefeitura enviar o projeto para o legislativo e os parlamentares, entendendo a importância dos dois órgãos, aprovarem em tempo recorde os recursos que garantiram o apoio da municipalidade. Outro fato marcante foi a doação de dez alqueires de terra para a instalação da EFA – Escola Família Agrícola – Dom Antônio Possamai.

FONTE:

PEREIRA, Elias Gonçalves. Câmara Municipal de Jaru: 42 anos. 

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