segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Meios de Comunicação em Jaru: Rede Amazônica

Logotipo da Rede Amazônica
(Fonte: Acervo Rede Amazônica)

A chegada do sinal da Rede Globo de Televisão em Jaru com antena local aconteceu em 1985, porém já era possível assistir algo na TV nos anos 1970 com sinal da TV Ji-Paraná, em uma época em que era comum a exibição de fitas de vídeo, as famosas VHS, contendo programas de mais de uma emissora. Em 24 de janeiro de 1983, seguindo as demais emissoras da rede (com exceção da TV Amazonas e das emissoras sediadas no interior daquele estado), a TV Jaru deixou a Rede Bandeirantes e se tornou afiliada à Rede Globo. A emissora recebeu autorização para operar o seu sinal no Canal 10 em 13 de junho de 1979 e foi inaugurada em 1985.

Negativo em 28 de janeiro de 2019 no dia de 
inauguração da Rádio Massa FM em Jaru
(Foto: Elias Gonçalves)

 João de Souza Rocha, conhecido popularmente como Negativo, se destaca pelo pioneirismo na instalação de vários meios de comunicação não apenas no hoje município, mas também em vários locais de Rondônia e concedeu uma série de entrevistas ao escritor Elias Gonçalves para falar a respeito do assunto. Oriundo de Mamborê (PR), Negativo chegou ao distrito Vila de Rondônia (Ji-Paraná) em 1972 e entrou na comunicação rondoniense dois anos depois na extinta Telecomunicações de Rondônia S.A, a Teleron, atuando em serviços braçais. Através da empresa, instalou torres de telefonia fixa em Ji-Paraná e Ouro Preto do Oeste, a localidade base da Empresa Brasileira de Telecomunicações (Embratel) na região central do Território Federal de Rondônia. Versátil em sua vida profissional, Negativo atuou em diversas áreas, mas o setor de comunicação jamais saiu de seu pensamento. Participou ativamente do processo de montagem dos equipamentos de instalação da então TV Ji-Paraná no ano de 1976 em meio a muitos desafios para que a população pudesse ter acesso à programação televisiva.

Registro da primeira instalação da TV Jaru feito
em 20 de julho de 1988
(Foto: Acervo da Rede Amazônica)
Negativo relata que, à época, a TV Ji-Paraná – chamada de repetidora – recebia as fitas encaminhadas pela Rede Amazônica de Manaus. A programação era apresentada com dias – e em alguns casos meses – de atraso em relação ao seu tempo normal de exibição na TV nacional. A emissora ji-paranaense exibia programas da Globo, Bandeirantes e também de outras emissoras, entre elas a, hoje extinta, Tupi. As fitas eram encaminhadas inicialmente ao município de Porto Velho que, além de exibir na Capital rondoniense, encaminhava as cópias às repetidoras existentes no Território Federal de Rondônia. Importantes meios de acesso aos acontecimentos no país e no mundo, os telejornais geralmente eram apresentados com 48 horas de atraso, porém algumas exibições poderiam acontecer no mesmo horário em que os mesmos foram gravados. Os demais programas iam ao ar de acordo com os dias da semana em que eram originalmente apresentados, contudo, com até 45 dias de atraso. “A audiência era muito boa, uma vez que até então a única forma ficar por dentro dos acontecimentos nacionais era através do programa governamental A Voz do Brasil, diz, se referindo ao informativo criado pelo governo federal em 22 de julho de 1935 e com exibição obrigatória nas emissoras de rádio de todo o país.

Devido às circunstâncias da época, Negativo se mudou para Vilhena, onde também implantou a então TV Vilhena. Pioneira na comunicação da Região Norte, a Rede Amazônica homenageava as cidades em que estava presente denominando a emissora afiliada ou repetidora com o nome da localidade. A única exceção se referia às emissoras sediadas na capital dos estados que, obrigatoriamente, possuíam o nome do Estado de atuação.  O nome da emissora, inclusive, é uma homenagem regional à Amazônia, localidade abrangida pela cobertura televisiva.

Maria Graciana 
(Foto: Acervo do Autor)
Negativo relata que a vila de Jaru começou a receber as primeiras imagens de um canal de televisão no ano de 1977 através do sinal oriundo de Ji-Paraná que era retransmitido em Ouro Preto do Oeste. A informação dita por ele se aproxima do período informado por Maria Graciana Ribeiro Cantanhêde, uma das filhas de um dos pioneiros de Jaru, Raimundo Cantanhêde (1921-1981) e sobrinha de Aldemir Lima Cantanhêde (1924-1986), igualmente importante na fundação do espaço que passaria a fazer parte do município. Mariana Cantanhêde, como é conhecida, chegou à região em abril de 1954 e diz que, embora a imagem não apresentasse uma qualidade considerável era possível sim assistir algo na TV na segunda metade da década de 1970 ainda em preto e branco. “Muitas vezes colocávamos papel celofane para que a imagem parecesse que estava em cores e todos ficavam contentes com o resultado”, recorda em meio a um sentimento de nostalgia.

Dário Calixto trabalhou na TV Jaru
(Foto: Acervo do Autor)

Outro pioneiro jaruense que confirma as informações de Mariana Cantanhêde e Negativo é Dário Calixto de França. Dário chegou à vila de Jaru junto com sua família em fevereiro de 1976 e, conforme recorda, a Copa do Mundo de 1978, realizada na Argentina, pôde ser assistida em Jaru ainda em preto e branco e com muito “chuvisco” devido à baixa qualidade das imagens analógicas da época.  Na década de 1980, Dário Calixto tinha um escritório de contabilidade (a primeira empresa do ramo contábil em Jaru) e foi um dos responsáveis por representar a TV Jaru. Dário Calixto também carrega consigo o título de ser o funcionário nº 01 no registro em carteira de trabalho de um grande supermercado que existe hoje no município, mas que surgiu em Jaru na década de 1970 como um pequeno comércio de gêneros alimentícios.

Conforme recorda, Dário Calixto tinha como função vender comerciais para a TV e guardava consigo a chave do prédio da então repetidora e foi o primeiro encarregado de ligar e desligar os equipamentos. Era a época dos motores da hoje extinta Ceron e com isso os desafios aumentavam. “Tínhamos muita falta de energia elétrica e, com isso, eu deveria estar de prontidão, caso fosse necessário”, recorda.  O “necessário” neste caso acontecia sempre que a energia elétrica ia embora (faltava, em uma linguagem atual) e depois retornava, algo comum no período em que a única fonte de energia em Jaru era oriunda de motores. Dário esteve à serviço da emissora por mais de um ano e depois seguiu sua carreira profissional por outros caminhos.

Até 1982, os jogos de futebol, um dos principais atrativos da programação, eram exibidos somente após serem vendidas todas as quotas de patrocínio da partida. Apesar das dificuldades operacionais, era algo fácil de conseguir, uma vez que era a única forma de ver a imagem do jogo e sentir a indescritível emoção de um gol do time preferido. A TV Jaru foi montada com equipamentos locais no ano de 1985. Os registros contidos no site da Anatel informam que a Outorga da emissora foi publicada no Diário Oficial da União no dia 20 de junho de 1985 através de uma portaria do Ministério das Comunicações.  Antes da implantação de uma torre local, as imagens captadas não tinham uma boa qualidade, mas possuíam um significado especial para os poucos lares em que havia um aparelho de televisão. Muitas pessoas que não contavam com um televisor em casa e assistiam em alguma localidade próxima, denominavam a TV como “televizinha”. Negativo recorda com exatidão que, em meio às dificuldades, sempre ia até as residências com objetivo de acompanhar a qualidade da recepção e auxiliar na melhoria do sinal. “Foi um período muito importante, pois representou para mim uma faculdade na prática” disse ao escritor Elias Gonçalves.

Robert Muracami

 Jornalista Robert Muracami registrando
 imagens para uma reportagem sobre uma corrida de Motocross
(Foto: Acervo de Robert Muracami)

Em 2005, com a contratação do jornalista Robert Takeshi Muracami, se inicia uma nova era na repetidora da Globo no município. Muracami iniciou o seu trabalho na comunicação jaruense através do Stúdio 5 Propagandas e Publicidades em 1999 e desde então tem se destacado em várias áreas. Com passagens pela Interativa FM, Stúdio 5, TV Candelária (SIC TV), Nova Jaru FM e FM do Povo, o jornalista recorda com entusiasmo o período em que atuou como vídeo-repórter na TV Jaru, onde comandaria também o noticiário local 24 Horas.

Logotipo do Jornal 24 Horas

Fonte: Robert Muracami
(Imagem aprimorada por Inteligência Artificial)

Muracami foi convidado pela então TV Ariquemes para fazer um estágio na emissora e lá conheceu quais procedimentos deveriam ser adotados no que se refere à produção, vídeo, edição, pauta e reportagem de um telejornal.  Em seguida, fez treinamentos com a equipe da TV Rondônia (hoje Rede Amazônica Rondônia) em Porto Velho, onde produziu algumas reportagens locais. Para ele, a graduação em Jornalismo ocorreu de forma prática no rádio com o radialista Ivan Gonzaga de Carvalho, “o Filho de Dona Júlia” e a pós-graduação na Rede Amazônica. Robert Muracami produziu reportagens para a emissora entre 2005 e 2007. No período de 2012 a 2017, Muracami participou do programa Tribuna do Povo com o jornalista José Élcio Moreira e, em seguida, teve um importante destaque no Jornal Interativo, atração jornalística criada por ele e Omar Antônio da Cunha, o Antônio Carlos e exibida de segunda a sexta-feira na Rádio Comunitária Interativa FM. Em 2007, Robert saiu da TV Jaru para se dedicar aos estudos de um concurso público na rede estadual, o que acabou conseguindo no ano seguinte. Já no ano de 2021, o jornalista investiu na criação de um site – o Portal RM – e desde então mantém o veículo de comunicação na ativa, além de ser professor nas redes estadual e municipal e em uma faculdade particular no município.

Veja abaixo dois vídeos sobre a história do jornalista Robert Muracami na Rede Amazônica:

Nota do Autor: As imagens contidas nos vídeos abaixo foram registradas pelo jornalista Robert Muracami entre 2005 e 2007, quando o mesmo era videorrepórter da TV Jaru, afiliada à TV Rondônia, uma emissora da Rede Amazônica. Portanto, os direitos autorais são do jornalista e da Rede Amazônica. Este vídeo não é monetizado.

   

Rinaldo Moreira

Rinaldo Moreira durante entrevista com o Superintendente
da Secel, Rodnei Paes, na reinauguração do
 Ginásio de Esportes Sebastião Mesquita
(Foto: Elias Gonçalves)

Em 19 de dezembro de 2017, a Rede Amazônica passa, novamente, a ter um profissional para fazer a cobertura jornalística no município de Jaru. Trata-se de Rinaldo Moreira, que atuou como videorrepórter, até 2021.

Em 06 de março de 2018, Rinaldo Moreira passou por uma das mais desafiadoras experiências que um jornalista pode viver em uma transmissão em tempo real. Naquele fatídico dia, o profissional estava em uma reportagem ao vivo na primeira edição do Jornal de Rondônia, onde abordava o caso de um idoso que teria sido detido por utilizar Carteira Nacional de Habilitação falsa. Entretanto, o motorista de uma viatura não percebeu a presença do repórter, deu marcha à ré e o empurrou de raspão para frente, tirando-o do enquadramento da câmera. Nesse momento, a matéria foi cortada de forma drástica pela âncora Gabriela Cabral que estava no estúdio em Porto Velho. Minutos depois, com a situação já resolvida, Rinaldo retornou ao ar para tranquilizar os telespectadores e confirmou que estava bem, sem ferimentos graves. O fato repercutiu em todo o Brasil. Clique aqui e veja o que a versão nacional do G1 publicou sobre o assunto.

Após trabalhar na Rede Amazônica Jaru na área jornalística, Rinaldo Moreira desempenhou as mesmas funções na então TV Allamanda em Ariquemes. Depois passou pela Rondovisão TV (afiliada da Band no Estado) e, em outubro de 2026, quando este texto foi editado, estava na Rede Amazônica, nesses dois últimos casos, em Ariquemes.

Mikely Azevedo

Mikele Azevedo em em reportagem exibida no telejornal
Edição da Meia-Noite na Globo News
(Foto: Acervo Mikely Azevedo

Mikely Azevedo é jaruense de nascimento e graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo, pela UNIRON, em Porto Velho. A profissional de imprensa iniciou sua trajetória jornalística na Rede Amazônica em 2021, onde permaneceu por mais de dois anos e viveu o que considera uma das experiências mais significativas de sua formação.

Mikely costuma dizer que a Rede Amazônica foi uma escola para a sua vida. “Foi nas ruas, nos campos, nos eventos e, principalmente, no contato com as pessoas que aprendi muito mais do que aquilo que os livros e a faculdade poderiam ensinar. Aprendi sobre o contar de histórias, mas também sobre a responsabilidade de cada história que chega ao público. Aprendi a vivenciar a dor do outro com respeito, a ouvir antes de falar e a compreender que, muitas vezes, uma notícia pode carregar um impacto enorme na vida de alguém”, diz sobre o período em que foi videorrepórter de uma das mais importantes emissoras da Região Norte do país.

A reportagem também ensinou à Mikely Azevedo sobre os desafios da profissão: a urgência, a apuração, a necessidade de checar uma informação antes de colocá-la no ar e o cuidado para transformar acontecimentos reais em narrativas que informem sem perder a humanidade. Em seu entendimento, uma informação mal apurada pode gerar consequências que vão muito além de uma tela ou de uma edição. Por essa razão, acredita que o jornalismo exige, acima de tudo, responsabilidade e respeito.

Mikele Azevedo fazendo participação na edição
estadual do Globo Esporte, o GERONDONIA
(Foto: Acervo Mikely Azevedo)

Atenta às oportunidades e ao destino que a vida lhe conduz, depois de mais de dois anos na emissora, a jornalista por formação e vocação, decidiu seguir por uma nova direção: a assessoria de comunicação. A mudança de caminho não significou abandonar o jornalismo. Pelo contrário, levou consigo tudo o que aprendeu nas ruas e passou a aplicar esse olhar em outra perspectiva do contar histórias. Agora, conforme explica, ajudando a construir narrativas, aproximar instituições das pessoas e transformar informações em conteúdos que façam sentido para diferentes públicos.

Mikely Azevedo defende que o jornalismo é e sempre será uma ponte, uma ponte que pode levar a lugares, histórias e informações às quais talvez não fosse possível ter acesso sem ele. “É uma profissão viva, que possui muitas facetas e que, justamente por isso, continua me encantando. Hoje, na assessoria, sigo fazendo aquilo que me trouxe ao jornalismo: contando histórias, apenas mudei o lugar de onde as conto”, resume.

Jornalisticamente falando, o período de dois anos (2021-2023) foi bastante intenso. Coberturas diversificadas, entradas ao vivo dos mais diversos pontos da cidade e pautas que foram construídas sobre temas variados, onde cada um deles exigiu conhecimento prévio sobre questões que nem sempre faziam parte do dia a dia da repórter. Além dos programas da casa (a Rede Amazônica Rondônia), como os telejornais e a versão estadual do Globo Esporte, Mikely produziu conteúdos exibidos nacionalmente na Rede Globo e na Globo News, entre eles, no Edição da Meia Noite e outros programas da emissora.

 P. Nascimento

P. Nascimento em 25 de setembro de 2023 na
Rede Amazônica
(Foto: Acervo do Autor)

Em setembro de 2023, foi a vez do jornalista P. Nascimento assumir a reportagem local, função que exerceu por dois anos. Já no mês de julho de 20026, em uma espécie de promoção na empresa, Nascimento passou a apresentar um boletim agropecuário no Bom dia Rondônia, atração de elevado sucesso nas manhãs da emissora e exibida diretamente de Porto Velho para todo o interior de Rondônia. Antes de ingressar na Rede Amazônica, o jornalista teve uma experiência bem-sucedida na SIC TV Jaru no ano de 2019 ao substituir o âncora do programa A Hora do Povo, que estava em período de férias. Em seguida, também na SIC TV, P. Nascimento apresentou a versão local do Cidade Alerta de maio de 2022 a abril de 2023. O jornalista, que é proprietário do site Portal P1, após ir para a Rede Amazônica em Porto Velho, transformou o veículo de comunicação, que era destinado a notícias gerais, em apenas um ramo: o setor agropecuário, fazendo jus ao quadro em que apresenta na TV.

O jornalista entende que trabalhar como repórter e, ao mesmo tempo, apresentar um quadro voltado para o agro é uma responsabilidade muito grande e também uma realização profissional. “Como repórter, tenho a oportunidade de estar no campo, ouvir o produtor, conhecer as realidades de quem vive do agro e transformar essas histórias em informação para o telespectador”, relata com entusiasmo.

Já como apresentador do quadro agro, o desafio é levar esse conteúdo de uma forma clara, dinâmica e próxima de quem está em casa. É mostrar a importância do agronegócio para a economia e, principalmente, valorizar as pessoas que fazem o agro acontecer. “Para mim, é uma oportunidade de unir duas coisas que gosto muito: comunicação e agro, levando informação com credibilidade e dando voz ao produtor rural”, concluiu ao ser entrevistado.

Jacy Fernandes

Jacy Fernandes se preparando para
uma reportagem
(Foto: Acervo Jacy Fernandes)

Após a saída de P. Nascimento, a Rede Amazônica passou a contar com a jornalista Jacy Fernandes, atuando também como videorrepórter, profissional que apura, filma, apresenta e edita o próprio conteúdo audiovisual, além de fazer participações ao vivo nos telejornais.

Jornalista Jacy Fernandes
(Foto: Acervo de Jacy Fernandes)

Jacy Fernandes, tem 28 anos e é jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em São Paulo, onde viveu por treze anos. Natural de Curimatá, no interior do Piauí, passou na cidade parte da infância e da adolescência. A profissional iniciou a carreira como repórter em uma afiliada de televisão em Mato Grosso, onde permaneceu por seis meses. Nesse período, surgiu a oportunidade de trabalhar na Rede Amazônica, afiliada da TV Globo em Rondônia. 

Diante disso, ela chegou ao estado em setembro de 2025 e, desde então, atua como videorrepórter em Jaru. Para Jacy, o jornalismo é uma das ferramentas mais importantes para a democracia e para a construção de uma sociedade bem informada. “A democracia só funciona com cidadãos bem informados. O jornalismo, para mim, significa enxergar o mundo para além da minha própria realidade”, diz, sobre a profissão que exerce com maestria.

“Trabalhar em Jaru como videorrepórter tem proporcionado justamente essa experiência. Tem sido uma jornada incrível e, ao mesmo tempo, desafiadora, marcada por muitos aprendizados e conquistas”, concluiu.

Voltando à Rede Amazônica...

Logotipo da Rede Amazônica em 2026
(Fonte: Rede Amazônica)

Em 2010, houve a estadualização dos sinais das emissoras da Rede Amazônica em seus respectivos estados, o que significa que cada emissora em seu estado de origem envia a programação local para seus próprios municípios.

A Rede Amazônica passou a utilizar este nome no dia 03 de janeiro de 2015, marcando uma nova era na emissora e em suas afiliadas e retransmissoras. Antes denominadas de acordo com o Estado e a cidade em que estão presentes, passaram a utilizar apenas a nomenclatura Rede Amazônica. O nome, conhecido do público durante a exibição das vinhetas de programação que ressaltavam a denominação com a mensagem “uma emissora da Rede Amazônica” passa a adotar somente Grupo Rede Amazônica, uma unificação da marca tal qual ocorreu com a TV Globo, hoje apenas um dos meios de comunicação do Grupo Globo.

Em 1º de maio de 2020, devido ao processo de regionalização estadual implantado pela Rede Amazônica Rondônia, Jaru passou a acompanhar a programação gerada a partir da cidade de Ariquemes, sendo exibido, inclusive, a segunda edição do jornal RO2 (Jornal de Rondônia 2ª edição) direto daquele município e os demais programas a partir da Capital do Estado. Com a implantação do Sat HD Regional pela Banda KU, a emissora seguiu o mesmo padrão e disponibilizou ao público via parabólica os sinais de Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal e Vilhena, sempre de acordo com a cidade mais próxima do telespectador. O sinal digital terrestre foi implantando em Jaru em dezembro de 2022 e o formato analógico foi desligado na mesma época. A emissora que chegou a ter um prédio específico para a sua parte comercial, teve esse departamento fechado, oficialmente, em 24 de março de 2023 e a publicidade local foi suspensa a partir de então, tornando-se apenas uma repetidora e exibindo as propagandas produzidas a partir de Ariquemes.

 

Prédio da TV Jaru no ano de 2002 (Fonte: Acervo da Rede Amazônica)
 

Sede da TV Jaru em 2005 - Fonte: Robert Muracami (imagem aprimorada por IA)






Vista da sede da TV Jaru em 2005 - Fonte: Robert Muracami (imagem aprimorada por IA)














Robert Muracami fazendo cobertura sobre uma greve dos bancários - Fonte: Acervo de Robert Muracami (imagem aprimorada por IA)












Robert entrevistando Antônio Lage e destacando a importância de se vacinar cães e gatos - Fonte: Acervo de Robert Muracami (imagem aprimorada por IA)
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 
Ilha de edição, local onde eram editadas as reportagens da TV Jaru antes de serem exibidas - Fonte: Acervo de Robert Muracami (Imagens Aprimoradas por Inteligência Artificial)
 
 
 
 
 
 
 
  Clique no link abaixo e veja a história dos canais de TV em Jaru:

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