quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Vivendo Nossa História: José de Alencar



José Martiniano de Alencar (Messejana, 1 de maio de 1829Rio de Janeiro, 12 de dezembro de 1877) foi um jornalista, político, advogado, orador, crítico, cronista, polemista, romancista e dramaturgo brasileiro. Formou-se em Direito, iniciando-se na atividade literária no Correio Mercantil e Diário do Rio de Janeiro. Foi casado com Ana Cochrane. Filho do senador José Martiniano Pereira de Alencar, irmão do diplomata Leonel Martiniano de Alencar, barão de Alencar, e pai de Augusto Cochrane de Alencar.

José de Alencar nasceu em Messejana, na época um município vizinho a Fortaleza e atualmente um bairro pertencente à Capital cearense. A família transferiu-se para a capital do Império do Brasil, (Rio de Janeiro) e José de Alencar, então com onze anos, foi matriculado no Colégio de Instrução Elementar. Em 1844, matriculou-se nos cursos preparatórios à Faculdade de Direito de São Paulo, começando o curso de Direito em 1846. Fundou, na época, a revista Ensaios Literários, onde publicou o artigo questões de estilo. Formou-se em direito, em 1850, e, em 1854, estreou como folhetinista no Correio Mercantil. Em 1856 publica o primeiro romance, Cinco Minutos, seguido de A Viuvinha em 1857. Mas é com O Guarani em (1857) que alcançará notoriedade. Estes romances foram publicados todos em jornais e só depois em livros.
José de Alencar foi mais longe nos romances que completam a trilogia indigenista: Iracema (1865) e Ubirajara (1874). O primeiro, epopéia sobre a origem do Ceará, tem como personagem principal a índia Iracema, a "virgem dos lábios de mel" e "cabelos tão escuros como a asa da graúna". O segundo tem por personagem Ubirajara, valente guerreiro indígena que durante a história cresce em direção à maturidade.

Em 1859, tornou-se chefe da Secretaria do Ministério da Justiça, sendo depois consultor do mesmo. Em 1860 ingressou na política, como deputado estadual no Ceará, sempre militando pelo Partido Conservador (Brasil Império). Em 1868, tornou-se ministro da Justiça, ocupando o cargo até janeiro de 1870. Em 1869, candidatou-se ao senado do Império, tendo o Imperador D. Pedro II do Brasil não o escolhido por ser muito jovem ainda.  No ano de 1872 se tornou pai de Mário de Alencar, o qual, segundo uma história nunca totalmente confirmada, seria na verdade filho de Machado de Assis, dando respaldo para o romance Dom Casmurro. Viajou para a Europa em 1877, para tentar um tratamento médico, porém não teve sucesso. Faleceu no Rio de Janeiro no mesmo ano, vitimado pela tuberculose. Machado de Assis, que esteve no velório de Alencar, impressionou-se com a pobreza em que a família Alencar vivia.

Alencar produziu também romances urbanos (Senhora, 1875; Encarnação, escrito em 1877, ano de sua morte e divulgado em 1893), regionalistas (O Gaúcho, 1870; O Sertanejo, 1875) e históricos (Guerra dos Mascates, 1873), além de peças para o teatro. Uma característica marcante de sua obra é o nacionalismo, tanto nos temas quanto nas inovações no uso da língua portuguesa. Em um momento de consolidação da Independência, Alencar representou um dos mais sinceros esforços patrióticos em povoar o Brasil com conhecimento e cultura próprios, em construir novos caminhos para a literatura no país. Em sua homenagem foi erguida uma estátua no Rio de Janeiro e um teatro em Fortaleza chamado "Teatro José de Alencar”. José de Alencar faleceu aos 48 anos de idade, em dezembro de1877, deixando inúmeras obras que fazem sucesso até os dias atuais.

Fonte Utilizada: Wikipédia

A Escola José de Alencar

A Escola Municipal de Ensino Fundamental José de Alencar começou a funcionar em 1.975, mas o Decreto nº 9220/07/78 (três anos depois) é que garantiu a plena existência da escola. Originou-se pela necessidade de atender a clientela de alunos do Ensino Fundamental existente na linha 608.  Teve como fundadora a professora Josefa Esperidião Leite.  Seu funcionamento estava a cargo do Município de Jaru, e sua primeira sala de aula localizava no Km 20. 

No ano de 1.981 a Escola paralisou suas atividades docentes, voltando a funcionar em 1.987, com a professora Dionísia Aparecida Correia. Em 1.998 a instituição se tornou Escola Pólo, pela necessidade de atender a clientela de alunos de 1ª a 8ª séries. Em 2.004 a escola foi transferida para o Projeto Bom Jesus, no prédio do Centro Técnico Administrativo (CTA), onde está atualmente. 

 A Escola Municipal de Ensino Fundamental José de Alencar atende a uma clientela de alunos provenientes de classe baixa e média, formada, na sua maioria, de famílias, cuja maior atividade dos pais é a agricultura e pecuária. A faixa etária dos alunos varia de 06 (seis) anos de idade a 20 (vinte) anos de idade, sendo todos oriundos da zona rural.

  Nos dias atuais (2011) a instituição funciona sob a direção do professor Daniel da Silva morador da região e profissional em Educação desde 1995, no qual com um excelente grupo de professores, todos moradores da região. Juntamente com a equipe de apoio, também da região, desenvolvem o trabalho educacional necessário à comunidade. 

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